31-12-1909
31-12-1915
Tipologia
Universitária
| Título | Data de estreia |
|---|---|
| À espreita | 1910 |
| A viúva alegre | 27-04-1911 |
| Talvez pegue | 1911 |
| A Rita macha | 1911 |
| Os cinco sentidos | 1911 |
| Zás-trás-pás | 1912 |
| O sonho do mosquito | 1912 |
| Pagode chinês | 1912 |
| O amor por música | 1912 |
| Piadas e beliscões | 20-02-1913 |
| Aventuras de Pierrot | 04-1913 |
| Miúdos e miúdas | 1913 |
| O modelo | 1913 |
| Bicho careta | 1913 |
| O penacho é meu! | 1914 |
| Tosca-tudo |
na obra O teatro em Lisboa no tempo da Primeira República pode ler-se: «[A]visão da criança-actor em miniatura encontra talvez a sua versão mais extremada na companhia "Theatro Infantil do Rossio", sedeada no animatógrafo à entrada da rua do Arco do Bandeira - edifício que ainda hoje existe, embora com funções bem diferentes - e que terá funcionado entre 1909 e 1915. Num artigo evocativo assinala-se que a companhia deu cerca de 200 representações, ganhando os jovens actores (alguns com apenas 4 anos) entre 700 e 900 réis. Os textos levados à cena por esta companhia infantil - infantil apenas pela idade dos seus artistas - tratar-se-ia, na sua maior parte, de peças escritas para um público adulto, situadas nas áreas da opereta e do teatro de revista [...]»
BASTOS, Glória e VASCONCELOS, Ana Isabel P. Teixeira de, O teatro em Lisboa no tempo da Primeira República, IPM / Museu Nacional do Teatro, 2004, pp. 122, 123 e 124