Alain Ollivier [46193]
Nacionalidade:
francesa
Em 1967 obtém o Prémio das Jovens Companhias da cidade de Arras pela sua encenação de La poudre d’intelligence, do poeta e dramaturgo argelino Kateb Yacine; em 1977 a crítica atribui-lhe o Prémio de Melhor Actor do Ano
Em 1958 estuda na escola Charles Dullin, nas turmas de Georges Wilson e de Alain Cuny
Espetáculos em que exerceu funções
(2)
| Título | Função | Data |
|---|---|---|
| O marinheiro | encenação | 17-04-2008 |
| Le Cid | encenação | 16-07-2008 |
Companhias com as quais colaborou
Observações
Em 1973 colabora com o autor Pierre Guyotat na realização do seu primeiro espectáculo de teatro: Bond en avant; acaba por interromper a sua actividade de encenador para privilegiar a de actor, interpretando autores clássicos e contemporâneos, nomeadamente sob a direcção de Bernard Sobel, Roger Planchon, Peter Brook, Jacques Lassalle, Philippe Adrien e Antoine Vitez; a partir de 1979 regressa progressivamente à encenação; contribui para revelar em França o teatro de Thomas Bernhard, realizando sucessivamente duas encenações de O ignorante e o louco, em 1982 (Théâtre des Quartiers d’Ivry, com direcção de Philippe Adrien) e em 1983 (Théâtre Gérard Philipe de Saint-Denis, com direcção de René Gonzalès); entre 1983 e 2001 dirige o Studio-Théâtre de Vitry, para o qual encenou Les serments indiscrets, de Marivaux (apresentado no Festival d’Avignon de 1984 e no Théâtre de l’Athénée, em Paris, no mesmo ano)m 1986 o Studio-Théâtre de Vitry instala-se na Avenue d’Insurrection, 18, numa antiga latoaria ocupada por um papeleiro — local que Patrick Bouchain reconverteu num teatro; a 26 de Abril de 2001 Alain Ollivier foi nomeado pelo Ministério da Cultura e da Comunicação e pela cidade de Saint-Denis para director do Théâtre Gérard Philipe de Saint-Denis – Centre Dramatique National, a partir do início de 2002, até ao fim de 2007; publicou Piétiner la scène, nas Éditions Verticales, em Janeiro de 2002; dirigiu vários ateliers de formação de actores no Théâtre National de Strasbourg (1989), no Teatro Carlos Gomes do Rio de Janeiro, em Agosto e Setembro de 1994, e no Conservatoire National Supérieur d’Art Dramatique, em 1995-96; no cinema, trabalhou sob a direcção de François Truffaut (L’amour en fuite), Krzysztof Kieslowski (Bleu), Jacques Rivette (Jeanne la pucelle), Bertrand Tavernier (Laisser-passer), Éric Rochant (Anna Oz), Agnès Merlet (Artemisia), etc., e na televisão sob a direcção de Bernard Rostein, Hugo Santiago, Bruno Gantillon, Claude Barma, Nina Companeez, etc.
Fontes
Correio electrónico (4/4/08)