Data de nascimento:
09-03-1842
Local de nascimento:
Lisboa
(13)
| Título | Companhia | Personagem | Data |
|---|---|---|---|
| Barba Azul - As sete mulheres do Barba Azul | 22-05-1890 | ||
| Sal e pimenta | 07-1894 | ||
| A viagem do rei Carrapato | 1896 | ||
| O brasileiro Pancrácio | Engrácia | 02-1900 | |
| El-rei danado | Companhia do Teatro da Trindade | 16-01-1901 | |
| O homem das mangas | 02-1901 | ||
| Se eu fora rei | 14-02-1903 | ||
| O burro do senhor alcaide | 16-03-1903 | ||
| As calças do juiz de paz | srª Rochambord | 19-02-1904 | |
| O cão do regimento | Doroteia | 02-04-1904 | |
| O homem da bomba | Constança | 10-04-1908 | |
| Gente miúda | 1911 | ||
| A ordem do dia | 10-11-1917 |
No Dicionário de teatro português de Sousa Bastos, pode ler-se: «Estreiou-se no Funchal, no drama Cynismo, scepticismo e crença. Seguiu d'ali para os Açores, onde por muitos anos se conservou, sempre applaudida e festejada. Tendo sem duvida no continente o logar que de direito lhe pertencia, para cá veio em 1875, estreiando-se no theatro do Principe Real, do Porto, na opereta Joanna do Arco, em que muito agradou. Outras peças ali fez com o mesmo applauso. Em 1876 veio para o theatro da Trindade, de LIsboa, estreiando-se na comedia Um favor ao Procopio. Amelia Barros nunca mais sahiu da Trindade, onde ainda hoje se conserva. Muito notavel tem sido a sua carreira em innumeras peças, entre as quaes se podem notar: Giroflé-giroflá, Gata borralheira, Almas do outro mundo, Sal e pimenta, Graziela, Gato preto, Barba Azul, Niniche D. Juanita, Duende, Boccacio, etc.»
BASTOS, Sousa (1994, facsímile da edição de 1908), Dicionário de teatro português. Coimbra: Minerva (p. 278)