Companhia:
Texto:
Costa Ferreira - Procurador
João Villaret - Frade
António Pinheiro - encenação
Afonso Lopes Vieira - dramaturgia
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em 1942 a peça costuma ser apresentada em conjunto com outras peças; nos dias 18 e 27/3/1943, o espetáculo é apresentado no âmbito de uma matinée cultural alusiva a Gil Vicente, juntamente com o espetáculo Auto de Mofina Mendes; no dia 1/4/1943, o espetáculo é apresentado no âmbito de uma matinée cultural alusiva a Gil Vicente, juntamente com os espetáculos Todo o mundo e ninguém e Auto da alma; este espetáculo é apresentado em 1955 no Festival International d'Art Dramatique de Paris, juntamente com o espetáculo Tá Mar; no catálogo da exposição sobre a companhia do Museu Nacional do Teatro (verificar campo Fontes), podemos ler que a encenação da apresentação de 1955 em Paris foi assegurada por Amélia Rey Colaço e Robles Monteiros e o cenário por Emílio Lino
Margarida Palhinha (org.), A Companhia Rey Colaço Robles Monteiro (1921-1974), Secretaria de Estado da Cultura - Instituto Português do Património Cultural - Museu Nacional do Teatro,[1987]; programa do espetáculo Barcas estreado a 10-10-2002 no Teatro Nacional D. Maria II; levantamento efectuado por Teresa Faria (Costa Ferreira, A vida dum actor (manuscrito) ); trabalho de Mestrado de Leontina Luís (fontes: programa do espetáculo Electra e os fantasmas (Companhia Rey Colaço Robles Monteiro, 1943), Diário de Repertório do Teatro Nacional D. Maria II, imprensa); PEREIRA, Mário Baptista; João Villaret - sua vida... sua arte...; edição de autor, Lisboa, 1989