Sobre

Teatro Moderno

Morada

Avenida dos Anjos (hoje Almirante Reis), Lisboa

Espetáculos apresentados
Titulo Companhia Data
Perdeu a fala 01-11-1911
Arre que é burro! 31-12-1911
A lanterna 31-12-1912
Vinte milhafres 31-12-1912
Na aldeia 31-01-1913
Os grotescos 31-03-1913
O diabo no convento 31-03-1913
Ai pá! 31-12-1913
Confusão de narizes 31-12-1913
Loucuras de amor 31-12-1913
Pobreza, Miséria e Companhia 31-12-1913
Os dragões de Chaves 31-12-1913
Cura de aldeia 30-11-1915
Hora fatal 31-12-1916
Registos
Título Publicação Data
Tipografia Costa Sanches, Succ. Galhardo & Costa, Ltd. 1929-12-31
O Polichinelo 1911-02-10
Ecco Artistico / Eco Artístico 1913-05-10
Observações

o teatro é demolido em 1918; na obra O Teatro em Lisboa no tempo da Primeira República pode ler-se: «Pouco se conhecendo hoje deste teatro, sabemos, contudo, que a designação de "moderno" lhe causou, mesmo antes de abrir, amargos de boca. Utilizando, como nome de baptismo, uma palavra com uma conotação tão forte na época, logo se levantaram vozes questionando a presunção com que a empresa, ou melhor, o seu gerente, o actor Santos Júnior, o designou.»

Fontes

JACQUES, Mário e HEITOR, Silva, Os actores na toponímia de Lisboa, Câmara de Lisboa, 2001, p. 71; BASTOS, Glória e VASCONCELOS, Ana Isabel P. Teixeira de, O Teatro em Lisboa no tempo da Primeira República, Museu Nacional do Teatro, 2004, pp. 26, 28, 54 e 55