Morada
Porto
na página electrónica do Teatro Nacional S. João podemos ler o seguinte sobre este espaço: «O seu nome evoca o rei da Sardenha que morreu exilado no Porto, em 1849, e que tinha sido acolhido no Palacete do Barão do Valado, em cujo jardim o teatro foi edificado por iniciativa de Manuel da Silva Neves. Inaugurado no dia 14 de Outubro de 1897, foi desde o início um espaço vocacionado para a apresentação de espectáculos de cariz popular: do “circo de cavalinhos” às operetas, do teatro ligeiro ao cinema. Numa altura em que se encontrava quase exclusivamente remetido à exibição de filmes, a Secretaria de Estado da Cultura avançou para o seu aluguer em finais da década de 1970. O Auditório Nacional Carlos Alberto abria as suas portas no dia 29 de Setembro de 1980, passando a acolher uma programação mais diversificada, aventura que terminaria em Março de 2000 com uma festa sugestivamente intitulada DesANCA – Destruição Sistemática do Auditório Nacional Carlos Alberto. Com a aproximação do evento Capital Europeia da Cultura, o edifício foi adquirido pela Sociedade Porto 2001. Manter o seu valor simbólico e proceder à actualização da tradição do seu uso foram os desafios assumidos no projecto assinado pelo arquitecto Nuno Lacerda Lopes. (...). Após um atribulado processo de avanços e recuos, o renovado Teatro Carlos Alberto era finalmente devolvido à cidade na noite de 15 de Setembro de 2003. Bibliografia consultada: Nuno Lacerda Lopes – “Do passado recente para uma memória futura”. Duas Colunas: Notícias do Teatro Nacional São João. N.º 6 (Set. 2003). Luís Soares Carneiro – “Notas sobre um teatro do Porto”. Duas Colunas: Notícias do Teatro Nacional São João. N.º 6 (Set. 2003).»
página electrónica do Teatro Nacional S. João [http://www.tnsj.pt/home/teca/index.php?intID=7&intSubID=11]