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Sobre

Theatro da Alegria/ Teatro da Alegria

Morada

Rua Nova da Alegria, Lisboa

Espetáculos apresentados
Titulo Companhia Data
Entre as broas e as amêndoas 31-12-1874
FF e RR 11-01-1890
Uma vivandeira de zuavos 03-02-1890
A sevilhana 09-02-1890
A portuguesa 16-02-1890
Os dois nénés 20-03-1890
Um tio em pelotas 20-03-1890
As sogras 22-03-1890
Um criado brioso 31-03-1890
Os crimes do Brandão 13-04-1890
A morgadinha de Vale Pereiro 15-04-1890
Tio Brás 15-04-1890
Os três ratas 15-04-1890
Atribulações de um estudante 26-04-1890
O copo encantado 26-04-1890
O senhor João e a senhora Helena 26-04-1890
As vinte mulheres do rei 02-05-1890
As pragas do capitão 03-05-1890
Voltas que o mundo dá 03-05-1890
O diabo no corpo 07-05-1890
Os crimes da Inquisição 22-05-1890
Amores de um príncipe com a filha do jardineiro 01-06-1890
Patriotismo 01-06-1890
Casamento simulado 16-06-1890
O envenenador 16-06-1890
O preço da bolacha 19-06-1890
Amor e glória 22-06-1890
Os amores de D. Sirinico XXXI! 22-06-1890
O Dr. Manuel Mendes Enxundia 30-06-1890
Manon 06-07-1890
Provas práticas 06-07-1890
Os sinos de Corneville 19-07-1890
O mundo sem máscara 31-07-1890
A torpeza 11-10-1890
A marquesa de Tulipano 31-12-1890
Ff & Rr 31-12-1890
Registos
Título Publicação Data
Teatro da Alegria (Lisboa) Minerva 1994-12-31
Observações

na entrada de Sousa Bastos podemos ler o seguinte sobre este espaço: «(...) existiram dois teatros com esta denominação. O primeiro era propriamente um teatro-barraca, feito por iniciativa do escritor Jacobetty. Pouco tempo durou, apesar de ter tido concorrência com a paródia à Mam'zelle Nitouche e com a opereta O teatro por dentro imitada da zarzuela Coro de señoras. O segundo Teatro da Alegria foi construído de madeira e de ferro por iniciativa dos Srs. Barata e Castanheira. Representou-se ali a revista de Baptista Machado, FF e AR, e a peça patriótica de Campos Júnior A torpeza. Também este segundo teatro (...) não durou muito, sendo vendido em hasta públia e demolido.»; na recolha feita por José de Matos-Cruz (consultar o campo Fontes) podemos ler que a 08 de Janeiro de 1890 o Teatro da Alegria é vistoriado pelo Comissário-Geral da Polícia Sarmento, engenheiro Costa Lima, arquitecto Parente e Inspector-Geral dos Incêndios, abrindo em 11 de Janeiro de 1890 ao público como casa de espectáculos; na supracitada fonte, no capítulo «Eventos», temos a informação de que a 05 de Março de 1890 foram escrituradas por este teatro as actrizes Clementina Santos (consultar ficha) e Sofia Santos; ainda na mesma fonte, no capítulo intitulado "Eventos", podemos ler que em Dezembro de 1890, este teatro reabre com uma companhia que tem à frente o actor Joaquim de Almeida

Fontes

consultar o campo Registos; MATOS-CRUZ, José de (2009), Ano Teatral - 1890, Kafre