Theatro da Alegria/ Teatro da Alegria
Morada
Rua Nova da Alegria, Lisboa
Espetáculos apresentados
Registos
| Título | Publicação | Data |
|---|---|---|
| Teatro da Alegria (Lisboa) | Minerva | 1994-12-31 |
Observações
na entrada de Sousa Bastos podemos ler o seguinte sobre este espaço: «(...) existiram dois teatros com esta denominação. O primeiro era propriamente um teatro-barraca, feito por iniciativa do escritor Jacobetty. Pouco tempo durou, apesar de ter tido concorrência com a paródia à Mam'zelle Nitouche e com a opereta O teatro por dentro imitada da zarzuela Coro de señoras. O segundo Teatro da Alegria foi construído de madeira e de ferro por iniciativa dos Srs. Barata e Castanheira. Representou-se ali a revista de Baptista Machado, FF e AR, e a peça patriótica de Campos Júnior A torpeza. Também este segundo teatro (...) não durou muito, sendo vendido em hasta públia e demolido.»; na recolha feita por José de Matos-Cruz (consultar o campo Fontes) podemos ler que a 08 de Janeiro de 1890 o Teatro da Alegria é vistoriado pelo Comissário-Geral da Polícia Sarmento, engenheiro Costa Lima, arquitecto Parente e Inspector-Geral dos Incêndios, abrindo em 11 de Janeiro de 1890 ao público como casa de espectáculos; na supracitada fonte, no capítulo «Eventos», temos a informação de que a 05 de Março de 1890 foram escrituradas por este teatro as actrizes Clementina Santos (consultar ficha) e Sofia Santos; ainda na mesma fonte, no capítulo intitulado "Eventos", podemos ler que em Dezembro de 1890, este teatro reabre com uma companhia que tem à frente o actor Joaquim de Almeida
Fontes
consultar o campo Registos; MATOS-CRUZ, José de (2009), Ano Teatral - 1890, Kafre