Morada
Travessa do Salitre, Lisboa
| Titulo | Companhia | Data |
|---|---|---|
| Faça sol | 31-12-1938 |
| Título | Publicação | Data |
|---|---|---|
| Parque Mayer: onde o ar está poluído de teatro | Sete | 1982-03-10 |
| Que Parque Mayer? | Expresso - Cartaz | 1998-06-06 |
| Último acto | Expresso - Cartaz | 1998-06-06 |
| Carta aberta a João Soares | Expresso - Cartaz | 1998-06-06 |
| Um dia a casa não vai abaixo | Revista Indy | 1997-12-19 |
| Aldeia de máscaras, pavilhão de espelhos | Revista Indy | 1997-12-19 |
inaugurado a 15 de junho de 1922, o Parque Mayer nasceu fruto de uma partilha familiar do palacete Mayer e dos seus jardins. Este espaço exterior foi adquirido, em 1920, por Artur Brandão, “primeiro promotor do Parque Mayer”, tendo sido comprado no ano seguinte por Luís Galhardo que, com outros dez sócios, constituiu a Sociedade Avenida Parque, Lda. Aqui se construíram casas de espetáculo que acabaram por se especializar no teatro de revista. Outras atrações de caráter lúdico, como carrosséis e carrinhos de choque, conquistaram, outrora, o público lisboeta. Situado junto à Avenida da Liberdade, este recinto viveu o seu apogeu entre as décadas de 30 e de 70, tendo, desde aí, entrado em declínio e num visível estado de degradação. Neste espaço estrearam-se grandes nomes do panorama teatral que marcariam indelevelmente a cena portuguesa. No início do séc. XXI apenas o Teatro Maria Vitória apresenta alguma (esporádica) atividade com espetáculos de teatro revista, por iniciativa do empresário Hélder Freire Costa. o cine-teatro Capitólio encontra-se em fase de remodelação e passará a denominar-se Teatro Raúl Solnado
imprensa (consultar o campo Registos; REBELLO, Luiz Francisco (1984). História do Teatro de Revista em Portugal. Vol.I. Lisboa: Publicações Dom Quixote; NEGRÃO, Albano Zink (1965). O Parque Mayer: cinquenta anos de vida. Lisboa: Editorial Notícias; SANTOS, Vítor Pavão (1978). A revista à portuguesa: uma história breve do teatro de revista. Lisboa: O jornal.