| Título | Data de estreia |
|---|---|
| Um pedido de casamento | 24-06-1936 |
| Ao pêso da cruz | 1939 |
| O urso | 06-1941 |
| Ambição | 06-1941 |
| A rua | 16-06-1951 |
| Farsa do Juiz da Beira + D. Duardos | 08-1952 |
| A Castro | 08-1952 |
| Traído imaginário | 08-1952 |
| O alfageme de Santarém | 07-1954 |
| O tio Simplício | 07-1954 |
| Auto de Santo António | 07-1954 |
| Príncipe disfarçado | 07-1954 |
| Comédia das verdades e das mentiras | 07-1955 |
| São João Baptista | 13-08-1955 |
| Rei Lear | 14-08-1955 |
a maioria dos elementos do Teatro do Povo vai integrar o Teatro Nacional Popular; a data de extinção do Teatro do Povo e a de constituição do Teatro Nacional Popular é uma matéria que não está isenta de discussão - o consenso aponta para o fim do ano de 1955 (vide Maria Graça dos Santos, LE THÉÂTRE PORTUGAIS SOUS LE RÉGNE DE SALAZAR, thèse en vue de l'obtention du Doctorat Nouveau Regime. Université de Paris X Nanterre: Departement d'Arts du Spectacle, 1997; de acordo com informação no programa do espectáculo São João Baptista + Comédia das verdades e das mentiras (1955), o Teatro do Povo, companhia itinerante, entre 1936 e 1954 visitou 550 terras diferentes, dando 1.134 espectáculos para mais de 3 milhões de espectadores; Francisco Ribeiro foi seu director de 1936 a 1940 e retomou a direcção em 1953; entre 1940 e 1952, foram seus directores: Alfredo Ruas, Joaquim de Oliveira e Alberto Ghira
levantamento efectuado por Teresa Faria (imprensa; Costa Ferreira, A vida dum actor (manuscrito) )