Sobre

Alberto Lopes [3244]

Data de nascimento:

1953

Local de nascimento:

Lisboa

Espetáculos em que atuou

(2)

Espetáculos em que exerceu funções

(29)

Título Função Data
Auto de Ferrabrás e Mantarrota dramaturgia, cenário/s, música 26-10-1976
Guerras de Alecrim e Manjerona cenografia, música, arranjos musicais 12-1977
Com duas pedras na mão apoio cénico 30-04-1979
Rei Ramiro encenação 02-04-1982
Os Cenci música 15-12-1983
Ubu encenação, música 06-05-1984
Joseph K encenação, dramaturgia, música 24-05-1986
Ode marítima encenação 09-01-1987
Tartufo banda sonora 05-1987
O lagarto do âmbar direcção 14-01-1988
Auto da Índia música 1988
Frágil! Frágil! 843 AG Lisbon, 492 WR Madrid direcção, música, cenografia 17-12-1990
Despir a que está nua cenografia 07-09-1995
Cenas de uma execução encenação 01-07-1997
Zona colaboraram na realização do trabalho 13-08-1999
Nefertiti cenografia 28-01-2000
Anoz consultor/es artístico 03-08-2000
DQ - éramos todos nobres cavaleiros a atravessar mundos apanhados num sonho som 21-09-2001
O dia do desassossego encenador, escolha dos textos 29-12-2001
Parede/ Útero Pack montagem vídeo 23-08-2002
Queda/ Útero Pack montagem vídeo 30-10-2002
Sem Glória no Cais do Peixe vídeo 05-06-2003
O último tango de Fermat cenografia, multimédia 13-11-2003
Lulu: Lx.2004 direcção, dramaturgia, música 02-12-2004
12 mulheres e uma cadela sonoplastia 31-03-2005
Ode marítima direcção, dramaturgia, som 25-01-2007
O rancor - exercício sobre Helena encenação 03-07-2009
À espera do senhor Samuel B. encenação 29-12-2010
I know not what tomorrow will bring encenação 27-07-2013
Textos que traduziu
Programas com textos da sua autoria
Observações

«De formação ecléctica (arquitectura, música), a sua actividade profissional e artística centra-se na direcção e projecto de espectáculos de teatro, música e multimedia – onde tem desenvolvido o uso expressivo das tecnologias contemporâneas. É também autor de textos para teatro e compositor de música de cena. De entre os espectáculos que recentemente dirigiu, destacam-se Acqua Matrix (1998) para a Expo’98 e Cenas de Uma Execução (1997) (co-encenado com São José Lapa) para o Teatro Nacional. Encenou espectáculos musicais com Delfins, Resistência, etc.. Fundou o Atelier de Teatro (1990, com João Grosso e Lucinda Loureiro), onde dirigiu Ode Marítima de Fernando Pessoa (Álvaro de Campos) e Frágil! Frágil!, de Mário de Sá Carneiro. Fundou a companhia de teatro A Centelha (1977 – 1981, com São José Lapa e António Cruz) No Acarte (Fundação Gulbenkian) criou o multimedia O Lagarto do Âmbar (1987), de Maria Estela Guedes. Dirigiu também As Portas (1987), de Amadeu Lopes Sabino (sub. SEC), UBU, de Jarry, Sangue no Pescoço da Gata, de Fassbinder, Josef K (1986) (O Processo), de Kafka, etc. Da sua actividade como compositor, além dos espectáculos citados, para os quais também compôs música, referiram-se ainda: Viagem Para A Felicidade, de Kroetz, Os Negros, de Genet, O Sonho, de Strindberg, O Tartufo, de Molière, e Auto da Índia, de Gil Vicente, em encenações de Rogério de Carvalho. Assinou também as cenografias de Nefertiti (1999), As Portas, Ode Marítima e Frágil! Frágil! e de produções de artistas e grupos musicais. Dirige actualmente a empresa de projectos e produção de espectáculos O Acaso e projecta infraestruturas para festivais e espectáculos de grande produção (Sagres, Jazz em Agosto, Fim d'Ano CML, Festas de Lisboa, etc.).»

Fontes

Http://novascenas.pt/nefertiti/pages/who-output.asp?indice=cv1