Companhia:
Público-alvo:
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Teles Pereira - Licenciado, Lemos, Vidal
Filipe Ferrer - Berzebu, Moço
Augusto Sobral - Dinato, Marido
Santos Manuel - Todo o Mundo, Castelhano
João Silva - Ninguém, Latão
Manuela de Freitas - Ama
Maria Navarro - Ama
Fernanda Torres - Moça, Luzia
Maria do Céu Guerra - Inês Pereira
Maria Crespo - A Mãe
Valentina Martins - Leonor Vaz
Diogo Ary dos Santos - Pêro Marques
Pedro Sagres - Escudeiro
António Rama - Fernando
Fausto Correia Leite - Ermitão
Fernando Amado - direcção artística
Vítor Pavão dos Santos - cenografia, figurinos
Luís Sande Freire - colaboração musical
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| Data de Início | Data de Fim | Local |
|---|---|---|
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30-09-1964 |
30-10-1964 |
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01-11-1964 |
11-11-1964 |
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03-11-1964 |
06-11-1964 |
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17-11-1964 |
17-11-1964 |
Palácio da Rua da Junqueira (Teatro) |
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em algumas fontes o espectáculo recebe também o nome de "Espectáculo Vicentino"; O espectáculo é constituído por três partes: Parte I – dois excertos do Auto da Lusitânia, Parte II – Auto da Índia, Parte III – Farsa de Inês Pereira; do Auto da Lusitânia são apresentados dois excertos: o "Prólogo do Licenciado" e "Todo o Mundo e Ninguém"; é precedido pela palestra O Teatro não é Vida, dirigida por Fernando Amado; Valentina Martins, que até então fora a costureira da Casa da Comédia, propõe-se a representar o papel de Leonor Vaz, dada a desistência de uma actriz a dois dias da estreia; este espectáculo é financiado pelo Fundo Nacional de Teatro; no programa para as apresentações de Outubro de 1964, indica-se que as luzes são da responsabilidade de Vítor André
Fernando Amado, PEÇAS DE TEATRO. Lisboa: Imprensa Nacional/Casa da Moeda, 2000; Rui Pina Coelho, Casa da Comédia: Um palco para uma ideia de teatro . Dissertação de Mestrado em Estudos de Teatro apresentada à Faculdade de Letras de Lisboa (2006) [programa do espectáculo, imprensa]