Sobre

Por um fio + A gota de mel

Textos:

Ficha do espetáculo
Apresentações

(1)

Data de Início Data de Fim Local

25-08-1950

22-09-1950

Teatro da Trindade / Theatro da Trindade

Registos

(9)

Programa
  • Checkbox Ilustrações
  • Checkbox Ficha Técnica
  • Checkbox Ficha Artística
Observações

o espectáculo abre com a recitação coral de A gota de mel, que será representada no Politeama em 5/10/1950 por ocasião da festa em favor do empresário Macedo de Brito; no programa pode ler-se: «"A gota de mel": Recitação coral de Léon Chancerel numa tradução de António Pedro, realização de Virgílio Macieira e Álvaro Benamor com a assistência coreográfica de Pedro Marcos, Coreutas: Álvaro Benamor, Virgílio Macieira, Canto e Castro, Costa Ferreira, Armando Cortês, Maria de Lourdes, Isabel de Carvalho e Maria Emília Baptista»; a crítica de Augusto Ricardo (ver «Registos») refere que a actriz Emília Baptista é «estreante»; relativamente à represenatção de "Por um fio", no programa pode ler-se: «A gelosia e o aparelho telefónico foram gentilmente cedidos, repectivamente, por Gelosias, Lda. e Companhia dos Telefones»; na tournée feita Rui de Carvalho substitui Álvaro Benamor; é referido pelos registos de imprensa que o preço dos bilhetes são preços de cinema

Fontes

Teresa Faria utiliza como fontes registos de imprensa, o manuscrito de Costa Ferreira, A vida dum actor, espólio da ESTCL assim como a publicação de Costa Ferreira, Uma casa com janelas para dentro, Lisboa: Imprensa Nacional/Casa da Moeda, 1985; trabalho de José Plácido e José Mascarenhas, alunos do curso de especialização em Estudos de Teatro, no âmbito da disciplina de Documentação (1994/1995)(fontes: imprensa - O Século e Diário de Notícias de 1950); trabalho de Conceição Alves Costa e Ildeberto Gama, alunos do curso de especialização em Estudos de Teatro, no âmbito da disciplina de Documentação (1994/1995)(fontes: imprensa); trabalho de Alfredo Nunes, aluno do curso de especialização em Estudos de Teatro, no âmbito da disciplina de Documentação (1994/1995) (fontes: imprensa - O Século e Diário de Lisboa de 1/9/1950 a 31/10/1950); crítica de Augusto Ricardo (ver «Registos»)