Companhia:
Texto:
Irene Isidro - Capitão Morgan, Mary, Pátria, Sally, Filha, Dama de Ouros
António Silva - Guarda do Jardim, Homem dos Romances, Agakan, Romão, Mãe, Ás de Espadas
Ribeirinho - Zé Broa, Simplício Carneiro, Faustino, Tao-Ling, Ás de Ouros
Barroso Lopes - Diabo, Ginjinha, Sardinha, Guarda-freio, Germano, Bolieiro, Avó, Ás de Paus
Carlos Alves - Ramalho, Arsénio, Casimiro, Condutor, Tacão, Ás de Copas
Augusto Costa - Compère Zé da Festa
Leónia Mendes - Varre-feiras, Maryca, Amolador, Severa, Ay-Ay, Fu, Dama de Espadas
Carminda Pereira - Mulher, D. Perpétua, Alzira, 1ª Massagista, Cesária, Dama de Paus
Mimi Gaspar - Berta, Ronda dos Bairros, 2ª Passageira, Dama de Copas
Branca Saldanha - Maria da Alegria, Miquelina, 4ª Passageira, Valete de Ouros
Fernanda Maria - Maria da Devoção, 3ª Passageira, Valete de Paus
Zeca Fonseca - Rosa, D. Joana, Freguesa, Sátira, Valete de Espadas
Reginaldo Duarte - Porteiro, Director, Caricaturista
Ausenda Monteiro - bailarinas
Mercês Olival - bailarinas
Reinaldo Martins - cenários
Manuel de Oliveira - cenários
Manuel Cunha e Silva - cenários
Raul Duarte - cenários
Manuel Lapa - maquetas
Francisco Valença - maquetas
Bernardo Marques - maquetas
Carlos Botelho - maquetas
Frederico Jorge - maquetas
Fernando Bento - maquetas
Carlos Ribeiro - maquetas
Abílio Matos e Silva - maquetas, figurinista/s
Fernando de Carvalho - música, director musical, maestro/s
Cesário Salvador - música
Vasco Nunes - contra-regra
António Tavares - ponto/s
António Ferreira - electricista/s
Ribeirinho - director do espectáculo
Ausenda Monteiro - directora coreográfica
(1)
| Data de Início | Data de Fim | Local |
|---|---|---|
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13-12-1951 |
02-03-1952 |
(2)
no programa consta a indicação de que os trabalhos de pintura baseados nas maquetes foram desempenhados pelos cenógrafos do Apolo; ainda na mesma supracitada fonte podemos ler que, para os efeitos de luz do espectáculo foi utilizado um ciclorama, que para a iluminação do teatro foi utilizada aparelhagem eléctrica da Philips e que os móveis cirúrgicos foram cedidos pelos Laboratórios Cirúrgicos; o espectáculo é composto por dois actos e vinte e seis quadros; os quadros preferidos intitulavam-se "Andares para venda", "Fantasmas da Mouraria" e "Os Chineses" com Ribeirinho e Leónia; outros quadros compunham o espectáculo, como: "O capital", "Juventude, o trabalho e o espírito", e, uma cegada filosófica com António Silva, Barroso Lopes, Carlos Alves e Branca Saldanha, intitulada: "Quem sabe, sabe"; o final do espectáculo é prolongado por mais uma semana devido às lotações esgotadas; a carreira do espectáculo terminou porque no dia 07 de Março de 1952, o espectáculo ENQUANTO HOUVER SANTO ANTÓNIO foi re-estreado por este mesmo elenco no Coliseu dos Recreios; o presente espectáculo marca a reaparição do actor cómico Augusto Costa (Costinha); no dia 31 de Dezembro, na primeira sessão do espectáculo fez-se a festa da passagem de ano com a oferta de dezenas de garrafas de champagne "das afamadas marcas Barrocão e Diamante Azul"; no fim-de-semana em que se comemoraram as cem (100) representações, mais concretamente, no domingo, dia 27 de Janeiro de 1952, a empresa organizou três grandes sorteios para comemorar, à tarde sorteou brinquedos para crianças e perfumes para as senhoras, e, à noite, brindes diversos para todo o público; no sábado, dia 26 de Janeiro de 1952 as sessões contaram com a presença da cantora Amália Rodrigues para comemorar os cem (100) espectáculos; nos dias 23 e 24 de Fevereiro apresentaram-se espectáculos de Carnaval completamente transformados e mascarados, aos quais foram acrescentados novos quadros, como o "O novo café West" (com a cantora Sophie Tucker da Costa), um número de ilusionismo com Taoling e Aiaifu, outro número de mágicos da telepatia, os quadros intitulados "Marcha dos piratas de perna de pau", (pelo corpo de baile) "O Carnaval da Baía", e, a atracção de rádio Tomé Barros Queiroz; ainda no Carnaval, na matinée, foram oferecidos brinquedos às crianças e nos intervalos sorteados valiosos brindes, mantendo-se os preços normais dos bilhetes
trabalho de Sara Franqueira para a disciplina de Documentação em Estudos de Teatro, 2007 (programa do espectáculo, jornal O Século)