Companhia:
Laura Alves - Palhaço, Felicidade, Existencialista, Cinderella, Miss Lisboa, Vampe Moderna
Vasco Santana - Condutor, Mula-Kov, Hipólito, Saloio do Disco, Vampe Antiga
Hortense Luz - Presidente
Costinha - Mestre, Ventura, Homem da Estatística, Malaquias, Homem Microfone
Maria Helena Matos - Secretária
Henrique Santana - Coçado do Dão, Secretário, Director
Rui de Mascarenhas - Fidalgo, Gelosias
Maria Domingas - Menina, Balança, Mulher que passa
Gina Braga - Groom, Princesa
Luís Horta - Coçado do Dão, Prudêncio
Aida Baptista - Maria, Sol da Minha Rua, Mlle. Capricho, Abelha
Camilo de Oliveira - Anacleto, O Imitador
Maria Luizete - Juju, Fada, Luísa
Diva Garcia - 2ª Rapariga Moderna
Helena Marques - Madrasta, 4ª Rapariga Moderna
Carla - 3ª Rapariga Moderna
Helena Matos - girls
Alexandra Paradela - girls
Branca Maria - girls
Mariano Franco - bailarino/s
Ausenda Monteiro - bailarino/s
Carlos Alberto - bailarino/s
João Nobre - música
Carlos Dias - música, direcção musical
Pinto de Campos - encenação, cenário, figurinos
Ausenda Monteiro - coreografia
Mariano Franco - coreografia
Rudy - cenário
Octávio Clérigo - cenário
Mário Alberto - cenário
Hernâni Lopes - cenário
et al. - cenário
Manuel Oliveira - cenógrafos
Reinaldo Martins - cenógrafos
Manuel Cunha e Silva - cenógrafos
Luís Cunha e Silva - cenógrafos
Mário Pombeiro - ponto/s
Alberto Soares - contra-regra
Jaime Catarino - luminotécnico
Mário Pepe - maquinista/s
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| Data de Início | Data de Fim | Local |
|---|---|---|
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30-12-1954 |
12-04-1955 |
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13-04-1955 |
13-04-1955 |
Aveiro |
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14-04-1955 |
14-04-1955 |
Coimbra |
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15-04-1955 |
26-04-1955 |
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segundo o programa do espectáculo, do conjunto dos responsáveis pelos cenários, faz ainda parte "Dário"; o conjunto de "girls" não é referido no programa, tendo sido retirado de outra fonte; no Diário de Lisboa de 30/01/55, podemos ler o seguinte "Aviso a todo o público: o empresário e os autores da revista "Mulheres há muitas" após reunião para o estudo dos cortes a efectuar no referido espectáculo (para que o mesmo possa entrar no tempo regulamentar) chegaram à conclusão que, em virtude do extraordinário interesse de todos os números, nenhum poderá ser eliminado. Roga-se a todo o público a não insistência no BIS, pois só assim será possível aoresentar todo o espectáculo."
REIS, Luciano, Laura Alves: A rainha do palco. Lisboa: Setecaminhos, 2005, p. 64; jornal intitulado Vem aí a Companhia do Teatro Apolo, Fevereiro de 1955 (número único, 4 páginas); trabalho do aluno Pedro Borges, no âmbito da cadeira de Documentação do curso de Curso de Especialização em Estudos de Teatro da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa 2006/08 (programa, imprensa, material do Museu Nacional do Teatro)