Sobre
Ficha do espetáculo
Registos

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Observações

a fonte refere a estreia neste espectáculo do actor Assis Pacheco; na edição da peça, com introdução de Ramada Curto (consultar o campo Fontes) o mesmo afirma sobre o espectáculo: «(...) Mas o Caso do dia, dizia eu, fez um franco sucesso cá na terra. Quarenta e oito representações a seguir, nesta Babilónia de Lisboa, é qualquer coisa de grandiloquente. (...).» a mesma companhia apresenta inúmeras reposições a partir deste texto; a Festa Artística de Joaquim de Oliveira, em 5/4/27, conta com três partes: tem início com a representação de O caso do dia, segue com «Variedades» (D. Palmira Bastos, D. Amélia Rey Colaço, Sr. Leopoldo Froes e Sr. Joaquim Almeida) e termina com a representação da peça D. Pedro Caruso; eis o que escreve Costa Ferreira nas suas memórias: «Nos originais portugueses destacava-se "O caso do dia" de Ramada Curto, muitas vezes reposto e no qual eu ainda havia de ter uma pequena intervenção, quando Amélia Rey Colaço o interpretou pela última vez em 1952»

Fontes

Margarida Palhinha (org.), A Companhia Rey Colaço Robles Monteiro (1921-1974), Secretaria de Estado da Cultura - Instituto Português do Património Cultural - Museu Nacional do Teatro,[1987]; Paula Magalhães utiliza registos de imprensa como fonte no seu levantamento; programa da Festa Artística de Joaquim de Oliveira de 5/4/27; FERREIRA, Costa, Uma casa com janelas para dentro, Imprensa Nacional-Casa da Moeda/Sociedade Portuguesa de Autores, 1985, p. 116; imprensa (Diário Popular, 05/07/1953, p. 4); CURTO, Ramada (1931) «A Amélia Rey Colaço», in: O caso do dia, peça em 3 actos. Lisboa: J. Rodrigues e Ca., Editores; PEREIRA, Mário Baptista; João Villaret - sua vida... sua arte...; edição de autor, Lisboa, 1989