Auto de Mofina Mendes
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Ficha do espetáculo
Amélia Rey Colaço - A Virgem
Maria Lalande - O Anjo Gabriel
Igrejas Caeiro - Um frade, Barba Triste
Maria Corte Real - Prudência
Beatriz Santos - Pobreza
Maria Brandão - Humildade
Lucília Simões - Fé
José Cardoso - S. José
João Villaret - André
Augusto Figueiredo - Paio Vaz
Pedro Lemos - Pessival
Maria Clementina - Mofina Mendes
Mário Santos - Braz Carrasco
Henrique Santos - Tivaldinho
Robles Monteiro - encenação
José Barbosa - figurino/s, cenário/s
Apresentações
(9)
| Data de Início | Data de Fim | Local |
|---|---|---|
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01-06-1937 |
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1939 |
TNDMII - Teatro Nacional D. Maria II / Theatro de D. Maria II |
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08-07-1940 |
08-07-1940 |
TNDMII - Teatro Nacional D. Maria II / Theatro de D. Maria II |
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29-08-1941 |
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1941 |
TNDMII - Teatro Nacional D. Maria II / Theatro de D. Maria II |
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04-03-1942 |
23-03-1942 |
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12-1942 |
12-1942 |
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18-03-1943 |
18-03-1943 |
TNDMII - Teatro Nacional D. Maria II / Theatro de D. Maria II |
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27-03-1943 |
27-03-1943 |
TNDMII - Teatro Nacional D. Maria II / Theatro de D. Maria II |
Observações
na noite de 8 de Julho de 1940, segunda-feira, o espectáculo é apresentado como terceira parte de um «Espectáculo de Gala» no Teatro Nacional D. Maria II (primeira parte: Auto pastoril português, segunda parte, com realização musical de Frederico de Freitas e realização cénica de Amélia Rey Colaço: «Serão Manuelino» (I - Marcha de charamelas, II - Fala do Arauto, dita por Igrejas Caeiro, III - Leitura de uma página da Crónica , de Damião de Gois, sôbre o nascimento, criação, e divisa do Rei Venturoso, por João Villaret, IV - Execução do trecho musical de Damião de Gois, Ne laeteris inimica mea , publicado pela primeira vez no Tratado de Música de Glareano (Basilea, 1547), e transcrito em notação moderna pelo professor Arnaldo Silvério (côro a 3 vozes), V - O «Império manuelino», trecho da Miscelânea de Garcia de Rezende, dito por Lucília Simões, VI - Cantigas populares do tempo de D. Manuel (Cancioneiro, de Barbieri), côro acompanhado por instrumentos da época, VII - Todo o mundo e Ninguém (do Auto da Lusitânia de Gil Vicente), interpretado por João Villaret (Berzebu), Pedro Lemos (Dinato), Robles Monteiro (Todo o Mundo), Augusto Figueiredo (Ninguém), VIII - Vilâncicos extraídos da obra de Luís de Milán, El Maestro , Valência, 1536, e cantados por Maria Luiza Vieira Lisboa, IX - Súplicas de Gil Vicente à Virgem, por alma de el-rei D. Manuel, ditas por Palmira Bastos, X - Marcha final de charamelas); nos dias 18 e 27/3/1943, o espectáculo é apresentado no âmbito de uma matinée alusiva a Gil Vicente, juntamente com o espectáculo Auto da Barca do Inferno
Fontes
Margarida Palhinha (org.), A Companhia Rey Colaço Robles Monteiro (1921-1974), Secretaria de Estado da Cultura - Instituto Português do Património Cultural - Museu Nacional do Teatro,[1987]; programa do espectáculo Barcas estreado a 10-10-2002 no Teatro Nacional D. Maria II; programa do Espectáculo de Gala de 8/7/40; trabalho de Mestrado de Leontina Luís (fontes: programa do espectáculo Electra e os fantasmas (Companhia Rey Colaço Robles Monteiro, 1943), Diário de Repertório do Teatro Nacional D. Maria II, imprensa); PEREIRA, Mário Baptista; João Villaret - sua vida... sua arte...; edição de autor, Lisboa, 1989