Nome registado:
Francisco Igrejas Caeiro
Nacionalidade:
portuguesa
Data de nascimento:
15-12-1917
Data de morte:
19-02-2012
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| Título | Função | Data |
|---|---|---|
| Chuvas de Verão | Direcção | 10-06-1948 |
| Tombo no inferno | Direcção | 22-10-1969 |
| A relíquia | Produção | 12-02-1970 |
| O inocente | Dramaturgia | 25-11-1970 |
| Jogos de sociedade | Encenação, Produção | 22-04-1971 |
| Pagador de promessas | Direcção | 18-05-1974 |
(1)
| Título | Companhia | Data |
|---|---|---|
| O inocente | 25-11-1970 |
22-10-1969
22-10-1969
Na página electrónica do Instituto Camões podemos ler: "Intérprete teatral a partir de 1940, após vencer o concurso À Procura de Um Actor e de Uma Actriz, organizado pelo Diário de Lisboa. Em Agosto de 1940, tornou-se funcionário da Emissora Nacional/EN, como locutor. Empresário radiofónico, profissional da televisão. Membro d’Os Comediantes de Lisboa; fundador e director d’Os Companheiros da Alegria. Em 1969, tornou-se empresário do Teatro Maria Matos. A partir de 1974, foi Deputado pelo PS. Relação: casamento com Irene Velez. Em 2001, foi homenageado no Teatro Politeama. Dois anos mais tarde, o projecto Diogo Alves ressuscitou. A realização foi agora confiada a João Tavares, o qual já participara no elenco da tentativa malograda, e escolheu figuras secundárias do teatro profissional, ou mesmo amadores. Alfredo de Sousa encarnou Diogo Alves, Amélia (mãe da actriz Alda) Soares a Parreirinha, Narciso Vaz um dos cúmplices. Entre outros exteriores, o Aqueduto foi filmado numa perspectiva inversa. A rodagem decorreu por três semanas, e os custos ascenderam a duzentos mil reis. Estreada no Salão Trindade, em Abril de 1911, a fita teve anúncios nos jornais, inaugurando entre nós a venda de bilhetes. Apesar do sucesso, a empresa Nandim de Carvalho suspendeu as sessões, por temer que afastasse a acostumada frequência burguesa. De qualquer modo, os responsáveis da Portugalia Film decidiram avançar com novo projecto. Desta vez ia ser Carlota Ângela, segundo o romance de Camilo Castelo Branco. Mas após a rodagem de duas cenas, acumularam-se os problemas financeiros e a produção cessou. Era o fim de um sonho, um dos primeiros a ruir no cinema português."
Página electrónica do Instituto Camões (http://www.instituto-camoes.pt/cvc/cinema/gentes12.html); arquivo Mário Sério (dossier 6); imprensa (consultar o campo Registos)