Sobre

Igrejas Caeiro [9409]

Nome registado:

Francisco Igrejas Caeiro

Nacionalidade:

portuguesa

Data de nascimento:

15-12-1917

Data de morte:

19-02-2012

Espetáculos em que atuou

(47)

Título Companhia Personagem Data
Auto pastoril português Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro Clérigo 26-11-1928
Auto de Mofina Mendes Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro Um frade, Barba Triste 01-06-1937
O paço de Portuledo Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro 18-05-1940
O padre Setúbal Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro 12-09-1940
Pudim de pasteleiro Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro 22-02-1941
Nortada Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro 02-04-1941
O espelho de três faces Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro 12-04-1941
Sonho de uma noite de Verão Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro Demétrio 08-08-1941
Leonor Teles Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro D. João 14-11-1941
Maria Rita Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro Conde 21-12-1941
Diz-se por música Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro Ritmo 12-02-1942
Coristas Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro Paulo 27-03-1942
Gente nova Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro 19-05-1942
Labirinto Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro Vasco 24-04-1943
Não o levarás contigo! Os Comediantes de Lisboa António Kirby Jr. 24-06-1944
Miss Ba Os Comediantes de Lisboa Robert Browning 16-09-1944
A rosa enjeitada Os Comediantes de Lisboa Chico da Arruda 07-12-1944
O jogo das escondidas Os Comediantes de Lisboa 1944
O rei Os Comediantes de Lisboa Rivelot 26-01-1945
Lady Kitty Os Comediantes de Lisboa Edward Luton (Teddy) 12-04-1945
Electra, a mensageira dos deuses Os Comediantes de Lisboa 22-09-1945
Pigmalião Os Comediantes de Lisboa Frederiquinho 30-10-1945
Cinco judeus alemães Os Comediantes de Lisboa Duque Gustavo de Neustadt 05-01-1946
A massaroca Os Comediantes de Lisboa Pablito 30-01-1946
Zás, traz pum - 1901 + Ver as estrelas 1946 Os Comediantes de Lisboa 02-03-1946
Pedro feliz Os Comediantes de Lisboa 19-03-1946
O cadáver vivo Os Comediantes de Lisboa Karénine 22-03-1947
A noite de 16 de Janeiro Sigurd Andersen 22-11-1947
A cadeira da verdade 1947
Chuvas de Verão Alfredo 10-06-1948
Um lugar à sombra Cláudio de Albuquerque 09-07-1948
Rua da Paz, 115 Bernardo 06-08-1948
Fanny e os seus criados Comédia Alegre Jorge Wilkie 09-10-1948
Casei com um anjo Comédia Alegre Marido 29-10-1948
O vivo demónio Comédia Alegre Manuel 07-01-1949
A mulher de nós dois Comédia Alegre Abel 05-03-1949
O pecado de Madalena Comédia Alegre Dionisio 02-04-1949
O processo de Mary Matos Empresa Portuguesa de Espectáculos, Lda. 03-01-1950
Ninotchka André 28-10-1950
O Padre Piedade Companhia Vasco Santana José 28-11-1950
Está lá fora um inspector 14-04-1951
Camilo e Fanny Camilo 1956
O sedutor 22-02-1962
Mary, Mary Empresa Vasco Morgado Bob 11-12-1964
Lições de matrimónio Empresa Vasco Morgado Fred Lowel 14-05-1965
Tombo no inferno Dr. Ilídio de Vasconcelos 22-10-1969
O inocente Domênico Louredo, Valderama 25-11-1970
Espetáculos em que exerceu funções

(6)

Título Função Data
Chuvas de Verão Direcção 10-06-1948
Tombo no inferno Direcção 22-10-1969
A relíquia Produção 12-02-1970
O inocente Dramaturgia 25-11-1970
Jogos de sociedade Encenação, Produção 22-04-1971
Pagador de promessas Direcção 18-05-1974
Espetáculos baseados em textos da sua autoria

(1)

Título Companhia Data
O inocente 25-11-1970
Textos que traduziu
Programas com textos da sua autoria
Registos
Observações

Na página electrónica do Instituto Camões podemos ler: "Intérprete teatral a partir de 1940, após vencer o concurso À Procura de Um Actor e de Uma Actriz, organizado pelo Diário de Lisboa. Em Agosto de 1940, tornou-se funcionário da Emissora Nacional/EN, como locutor. Empresário radiofónico, profissional da televisão. Membro d’Os Comediantes de Lisboa; fundador e director d’Os Companheiros da Alegria. Em 1969, tornou-se empresário do Teatro Maria Matos. A partir de 1974, foi Deputado pelo PS. Relação: casamento com Irene Velez. Em 2001, foi homenageado no Teatro Politeama. Dois anos mais tarde, o projecto Diogo Alves ressuscitou. A realização foi agora confiada a João Tavares, o qual já participara no elenco da tentativa malograda, e escolheu figuras secundárias do teatro profissional, ou mesmo amadores. Alfredo de Sousa encarnou Diogo Alves, Amélia (mãe da actriz Alda) Soares a Parreirinha, Narciso Vaz um dos cúmplices. Entre outros exteriores, o Aqueduto foi filmado numa perspectiva inversa. A rodagem decorreu por três semanas, e os custos ascenderam a duzentos mil reis. Estreada no Salão Trindade, em Abril de 1911, a fita teve anúncios nos jornais, inaugurando entre nós a venda de bilhetes. Apesar do sucesso, a empresa Nandim de Carvalho suspendeu as sessões, por temer que afastasse a acostumada frequência burguesa. De qualquer modo, os responsáveis da Portugalia Film decidiram avançar com novo projecto. Desta vez ia ser Carlota Ângela, segundo o romance de Camilo Castelo Branco. Mas após a rodagem de duas cenas, acumularam-se os problemas financeiros e a produção cessou. Era o fim de um sonho, um dos primeiros a ruir no cinema português."

Fontes

Página electrónica do Instituto Camões (http://www.instituto-camoes.pt/cvc/cinema/gentes12.html); arquivo Mário Sério (dossier 6); imprensa (consultar o campo Registos)