Companhia:
Texto:
O cadáver vivo de António Lopes Ribeiro [tradução de O cadáver vivo de Leon Tolstoi ]
Hortense Luz - Ana, Ana Paulovna
Maria Brandão - A ama
Maria de Lourdes - Sacha
Carmen Dolores - Lisa
Maria Schultz - Criada, Uma dama
Igrejas Caeiro - Karénine
João Villaret - Fédia
Sales Ribeiro - Afremof
Pisani Burnay - Korotkof, Petruchine
Lúcia Mariani - Kátia
António Sarmento - Um músico cigano, O criado, O secretário
Carlos Andrade - Criado, Um criado, Um polícia
Virgílio Macieira - O médico, Artemieff
Francisco Ribeiro - Ivan Petrovich
José Amaro - Stahof, O juiz
Lucília Simões - Ana Dmitrievna
Baltasar de Azevedo - Um criado, Um advogado
Assis Pacheco - Príncipe de Abrêscoff
Josefina Silva - Nastásia Ivanovna
N. N. - Não Nominado - O cego, O moço, Micha
Alfredo Henriques - Ivan Makarovitch, O polícia, O guarda
Nascimento Fernandes - Petouchkoff
Canto e Castro - Um cavalheiro
Francisco Ribeiro - encenação
José Barbosa - cenografia, figurinos
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| Data de Início | Data de Fim | Local |
|---|---|---|
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22-03-1947 |
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Ilustrações
Ficha Técnica
Ficha Artística
segundo o anúncio (imprensa), os actores Pisany Burnay e Canto e Castro são «discípulos»; na crítica de Luiz-Francisco Rebello pode ler-se: «Maria Brandão, Maria Schultze, Sarmento, Canto e Castro, Azevedo e Andrade foram criados, ciganos, funcionários e público do tribunal, e tudo o mais que foi preciso ser para completar um conjunto muito equilibrado»;
crítica de Luiz-Francisco Rebello (ver «Registos»); recortes de imprensa não identificados existentes no espólio da actriz Maria de Lourdes; críticas de Rodrigo de Mello, Luís de Oliveira Guimarães e Jorge de Faria (ver «Registos»); PEREIRA, Mário Baptista; João Villaret - sua vida... sua arte...; edição de autor, Lisboa, 1989;