Electra e os fantasmas
Companhia:
Texto:
Duração:
360
Intervalo:
Bilhetes:
preços para espectáculos inteiros - frisas e camarotes de 1ª: 250$00, camarotes de 2ª: 150$00, camarotes de 3ª: 60$00, plateia: 60$00, geral: 25$00 e 15$00; preços para espectáculos individuais - frisas: 75$00, camarotes: 65$00, 50$00, 25$00, plateia: 20$00 e 15$00, geral: 7$50 e 6$00
Ficha do espetáculo
João Villaret - César Mannon, Carlos
Palmira Bastos - Cristina
Amélia Rey Colaço - Clara
Raul de Carvalho - Capitão Marcos Brant
Luiz Filipe - Pedro Niles
Maria Lalande - Irene Niles
Robles Monteiro - Tomás
José Cardoso - Lourenço Ames, Clemente Hills
Maria Côrte-Real - Luísa
Beatriz Santos - Dácia
Mário Santos - José Borden
Maria Clementina - Ema
Maria Brandão - Sua mulher [de Clemente Hills]
Augusto Figueiredo - Um dispenseiro, Small
Pedro Lemos - D. Blake, Mackel
Henrique Santos - velho marinheiro português
Amélia Rey Colaço - realização
Robles Monteiro - realização, encenação
Lucien Donnat - cenários, arranjos de cena, figurinos
Manuel de Oliveira - cenografia
António Madeira - iluminação
Armando Pires - contra-regra
José Jorge - montagem
José Ferreira - montagem
Maria Meirinho - mestra/s de guarda-roupa
Apresentações
(5)
| Data de Início | Data de Fim | Local |
|---|---|---|
|
21-02-1943 |
18-04-1943 |
TNDMII - Teatro Nacional D. Maria II / Theatro de D. Maria II |
|
01-04-1943 |
18-04-1943 |
TNDMII - Teatro Nacional D. Maria II / Theatro de D. Maria II |
|
09-10-1943 |
17-10-1943 |
|
|
20-11-1943 |
20-11-1943 |
TNDMII - Teatro Nacional D. Maria II / Theatro de D. Maria II |
|
28-11-1943 |
28-11-1943 |
TNDMII - Teatro Nacional D. Maria II / Theatro de D. Maria II |
Registos
(59)
- •«Os deuses que nos vêm da América»in Diário de Notícias(1943-02-16 p.1)por Augusto de CastroElectra e os fantasmas
- •«Era preciso construir, decorar e vestir... e Lucien Donnat foi arquitecto, decorador e 'costumier'»in Diário Popular(1943-02-20 p.1)por Anon.Electra e os fantasmas
- •«O autor de "Electra", a portuguesinha de Boston e o que nos diz Henrique Galvão»in Diário de Lisboa(1943-02-21 p.4)por Anon.Electra e os fantasmas
- •«Eugene O'Neill e o seu Teatro»in Diário de Notícias(1943-02-22 p.1)por Eduardo ScarlattiElectra e os fantasmas
- •«<i>Electra e os fantasmas</i>, no Teatro Nacional (I)»in Diário de Lisboa(1943-02-22 p.3)por Norberto LopesElectra e os fantasmas
- •«A reabertura do "Nacional" foi um grande acontecimento lisboeta»in Diário Popular(1943-02-22 p.1)por Jorge de FariaElectra e os fantasmas
- •«No Teatro Nacional - A estreia da obra americana <i>A Electra e os fantasmas</i>»in Jornal do Comércio(1943-02-22 p.8)por Armando FerreiraElectra e os fantasmas
- •«Teatro Nacional de D. Maria II: <i>Electra e os fantasmas</i>. I - A obra dramática»in Diário da Manhã(1943-02-22 p.4)por Fernando de PamplonaElectra e os fantasmas
- •«A estreia, no Nacional, da Trilogia <i>Electra e os fantasmas</i>»in República(1943-02-22)por Luís de Oliveira GuimarãesElectra e os fantasmas
- •«O Teatro Nacional reabriu ontem rejuvenescido no seu aspecto e com a representação de uma peça de singular interêsse»in O Século(1943-02-22 p.6)por Matos SequeiraElectra e os fantasmas
- •«<i>Electra e os fantasmas</i>, no Nacional (II)»in Diário de Lisboa(1943-02-23 p.3)por Norberto LopesElectra e os fantasmas
- •«D. Maria II - <i>Electra e os fantasmas</i>»in Jornal do Comércio(1943-02-23 p.2)por Armando FerreiraElectra e os fantasmas
- •«Teatro Nacional de D. Maria II: <i>Electra e os fantasmas</i>. II - O espectáculo»in Diário da Manhã(1943-02-23 p.4)por Fernando de PamplonaElectra e os fantasmas
- •«Da velha Atenas a Nova York»in Diário de Notícias(1943-02-23 p.1)por Eduardo ScarlattiElectra e os fantasmas
- •«Ainda <i>Electra e os fantasmas</i> - A trilogia em cena no Nacional»in Diário Popular(1943-02-23 p.2)por Jorge de FariaElectra e os fantasmas
- •«Da velha Atenas a Nova York: <i>Electra e os fantasmas</i>»in Diário de Notícias(1943-02-24 p.1)por Eduardo ScarlattiElectra e os fantasmas
- •«D. Maria II - <i>Electra e os fantasmas</i>»in Jornal do Comércio(1943-02-24 p.2)por Armando FerreiraElectra e os fantasmas
- •in Jornal de Notícias(1943-02-24 p.5)por Anon.Electra e os fantasmas
- •«A reabertura do Teatro Nacional D. Maria II e a trilogia <i>Electra e os fantasmas</i>»in A Voz(1943-02-25 p.2)por Torres de CarvalhoElectra e os fantasmas
- •«De Nova York a Lisboa: <i>Electra e os fantasmas</i>»in Diário de Notícias(1943-02-25 p.2)por Eduardo ScarlattiElectra e os fantasmas
- •«D. Maria II - <i>Electra e os fantasmas</i>»in Jornal do Comércio(1943-02-25 p.2)por Armando FerreiraElectra e os fantasmas
- •«<i>Electra e os fantasmas</i> no D. Maria II»in Novidades(1943-02-25 p.2)por Anon.Electra e os fantasmas
- •«<i>Electra e os fantasmas</i>: a peça de que se fala por toda a parte, em Lisboa»in Diário de Lisboa(1943-02-26 p.4)por Anon.Electra e os fantasmas
- •«Anotações finais a <i>Electra e os fantasmas</i>»in Diário da Manhã(1943-02-27 p.2)por Fernando de PamplonaElectra e os fantasmas
- •«8 horas numa cadeira do Teatro Nacional: <i>Electra e os fantasmas</i> ou o fantasma dos 'electricos'»in Jornal do Comércio(1943-02-28 p.4)por O Homem do CorredorElectra e os fantasmas
- •«Teatro americano»in O Comércio do Porto(1943-02-28 p.1)por Júlio DantasElectra e os fantasmas
- •«<i>Electra e os fantasmas</i>»in A Voz(1943-03-01 p.1)por Luiz Fernando de SouzaElectra e os fantasmas
- •«Teatro para o povo»in Diário Popular(1943-03-03 p.3)por Álvaro BenamorElectra e os fantasmas
- •«<i>Electra e os fantasmas</i>: Do Rossio ao Hospital»in Diário de Notícias(1943-03-03 p.2)por Henrique GalvãoElectra e os fantasmas
- •«<i>Electra e os fantasmas</i>»in Acção(1943-03-04 p.3)por Luiz Forjaz TrigueirosElectra e os fantasmas
- •«Armando Vieira Pinto escreveu uma "Carta ao director"»in Diário Popular(1943-03-04 p.6)por Armando Vieira PintoElectra e os fantasmas
- •«Ha dois generos de fantasmas na "Electra"»in Sempre Fixe(1943-03-04 p.8)por Carlos BotelhoElectra e os fantasmas
- •«<i>Electra e os fantasmas</i>: Ainda a propósito de uma deplorável tradução (resposta a Henrique Galvão)»in Diário de Notícias(1943-03-05 p.2)por Eduardo ScarlattiElectra e os fantasmas
- •«Fantasmas e Abentesmas»in Novidades(1943-03-05 p.1)por Anon.Electra e os fantasmas
- •«Afastando uma insolencia»in A Voz(1943-03-06 p.1)por Luiz Fernando de SouzaElectra e os fantasmas
- •«Quanto à técnica»in A Voz(1943-03-06 p.3)por Anon.Electra e os fantasmas
- •«<i>Electra e os fantasmas (Mourning becomes Electra)</i>, Trilogia de Eugene O'Neill»in Seara Nova(1943-03-06 p.255)por Fernando Lopes-GraçaElectra e os fantasmas
- •«Electra e os fantasmas»in Rádio Nacional(1943-03-07 p.2)por Luiz Forjaz TrigueirosElectra e os fantasmas
- •«Fantasmagorias críticas»in Acção(1943-03-11 p.2)por Fernando TeixeiraElectra e os fantasmas
- •«Scarlatti executando, em piano Galvão, a sua tocata em forma de Pavana»in Sempre Fixe(1943-03-11 p.8)por Carlos BotelhoElectra e os fantasmas
- •«Electrização»in Vida Mundial Ilustrada(1943-03-11 p.14)por Luís de Oliveira GuimarãesElectra e os fantasmas
- •«<i>Electra e os fantasmas</i> - Trilogia de Eugene O'Neill»in Ala(1943-03-12 p.5)por José VilarElectra e os fantasmas
- •«Electra e os fantasmas: Apontamentos de crítica»in Os Sports(1943-03-17 p.1)por António BottoElectra e os fantasmas
- •«Possíveis opiniões de Eugenio O'Neil entrevistado a propósito de <i>Electra e os fantasmas</i>»in Acção(1943-03-18 p.5)por Dutra FariaElectra e os fantasmas
- •«Variações sobre a <i>Electra e os fantasmas</i>»in Sempre Fixe(1943-03-18 p.2)por Anon.Electra e os fantasmas
- •«De "regresso ao lar"»in República(1943-03-30 p.2)por Joaquim de OliveiraElectra e os fantasmas
- •«Uma colossal 'representação'...»in Alma Nacional(1943-03-31 p.4)por Gonçalo MendesElectra e os fantasmas
- •«"Expiação"... e "Fantasmas"»in República(1943-04-06 p.2)por Joaquim de OliveiraElectra e os fantasmas
- •«Como eu vi <i>Electra e os fantasmas</i>»in Ala(1943-04-09 p.2)por Catão de AssisElectra e os fantasmas
- •«<i>Electra e os fantasmas</i> é uma peça moral?»in Diário Popular(1943-04-18 p.9)por Gusmão AraújoElectra e os fantasmas
- •«A Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro vai inaugurar em breves dias a Época de Inverno no Teatro Rivoli»in Jornal de Notícias(1943-10-01 p.3)por Anon.Electra e os fantasmas
- •«No Rivoli: A abertura da época de Inverno pela Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro»in O Comércio do Porto(1943-10-05 p.3)por Anon.Electra e os fantasmas
- •«Para honra da cêna portuguesa - A abertura da época de Inverno no Teatro Rivoli...»in O Primeiro de Janeiro(1943-10-08 p.3)por Anon.Electra e os fantasmas
- •«Para honra da cena portuguesa - A abertura da Época de Inverno no Teatro Rivoli»in O Comércio do Porto(1943-10-08 p.3)por Anon.Electra e os fantasmas
- •«O "caso do dia" no Teatro Rivoli: <i>Electra e os fantasmas</i> pela grande Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro, do "D. Maria II"»in O Primeiro de Janeiro(1943-10-09 p.3)por Anon.Electra e os fantasmas
- •«No Teatro Rivoli - <i>Electra e os fantasmas (Mourning becomes Electra) </i> de O'Neill, pela Companhia Amélia Rey Colaço-Robles Monteiro»in Jornal de Notícias(1943-10-10 p.5)por J. R.Electra e os fantasmas
- •«Rivoli: <i>Electra e os fantasmas</i> - trilogia teatral»in O Comércio do Porto(1943-10-10 p.4)por Anon.Electra e os fantasmas
- •«Primeiras representações - Rivoli»in O Primeiro de Janeiro(1943-10-10 p.3)por M. F.Electra e os fantasmas
- •«Rivoli - <i>Electra e os fantasmas (Mourning becomes Electra)</i> de Eugénio O'Neill, pela Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro»in Jornal de Notícias(1943-10-11 p.3)por J. R.Electra e os fantasmas
Programa
-
Ficha Técnica
-
Ficha Artística
Observações
Electra e os fantasmas é a primeira peça de Eugene O'Neill apresentada nos palcos portugueses; espetáculo de abertura oficial do TNDMII para a época 1942/43, a primeira após as obras de restauro ordenadas pelo eng. Duarte Pacheco, facto que provocou um adiamento da estreia do espetáculo prevista para 19/2/43; no dia da antestreia, Henrique Galvão é convidado a fazer uma apresentação sobre Eugene O'Neill e a trilogia apresentada; no Teatro Rivoli, os dois primeiros espetáculos são completos e os outros três correspondem aos três atos, representados um em cada noite; os espectáculos de 20 e 28/11/1943 são completos; segundo o programa (consultado por Leontina Luís) os bibelots do espetáculo provêm da colecção de António Alves; este espectáculo inspira a companhia do Teatro Variedades a apresentar no Carnaval de 1943 uma «brincadeira arrevistada» com o título O Zé e os fantasmas
Fontes
A Companhia Rey Colaço Robles Monteiro (1921-1974), Secretaria de Estado da Cultura - Instituto Português do Património Cultural - Museu Nacional do Teatro,[1987]; trabalho de Mestrado de Leontina Luís (fontes: programa do espectáculo, Diário de Repertório do Teatro Nacional D. Maria II, imprensa); folha com espectáculos apresentados no Teatro Nacional D. Maria II em Abril de 1943; PEREIRA, Mário Baptista; João Villaret - sua vida... sua arte...; edição de autor, Lisboa, 1989