O rei está a morrer
Companhia:
Texto:
-
O rei está a morrer de Fernanda de Castro [tradução de Le roi se meurt de Eugène Ionesco ]
Público-alvo:
0
Intervalo:
Bilhetes:
de 5$00 a 32$50
Ficha do espetáculo
José de Castro - Béranger I
Mariana Rey Monteiro - Rainha Margarida
Henriqueta Maya - Rainha Maria
Paiva Raposo - O Físico
Elisa Lisboa - Julieta
Luís Filipe - A Sentinela
Lucien Donnat - figurino/s, cenário
Leonel da Silva - sonoplastia
Jacques Mauclair - encenação
Eugène Ionesco - supervisão
Amélia Rey Colaço - direcção
Joaquim Santos - cenografia
José Manuel - cenografia
Rebocho - cenografia
Fernando Correia - montagem
António Madeira - mestre electricista
João Francisco - contra-regra
Carmina Teixeira - direcção da confecção de guarda-roupa
Adelina Matos - ponto/s
Mário Bernardo - ponto/s
Apresentações
(3)
| Data de Início | Data de Fim | Local |
|---|---|---|
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16-12-1970 |
20-02-1971 |
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1970 |
1971 |
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02-02-1972 |
20-02-1972 |
Registos
(2)
- •«"O rei está a morrer" um espectáculo (em últimas representações) que ninguém deve perder.»in Diário Popular(1971-02-06 p.2)por Anon.O rei está a morrer
- •«"O rei está a morrer" amanhã no Trindade com a presença do autor.»in Diário Popular(1972-02-01 p.2)por Anon.O rei está a morrer
Programa
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Ilustrações
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Ficha Administrativa
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Ficha Técnica
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Ficha Artística
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Repertório
Observações
este espectáculo é apresentado conjuntamente com O último inquilino ; há um intervalo de 10 minutos entre a 1ª e a 2ª parte; as representações aos dom., à tarde, são especialmente dedicadas a estudantes
Fontes
A COMPANHIA REY COLAÇO ROBLES MONTEIRO (1921-1974), Secretaria de Estado da Cultura - Instituto Português do Património Cultural - Museu Nacional do Teatro,[1987]; Carlos Porto, EM BUSCA DO TEATRO PERDIDO, Plátano Editora, Lisboa, 1973, vol.II; Diário Popular; revista Autores, nº 59, Set- Out 1970, ed. SECTP, p.24; imprensa diário popular, 30-12-1970, pág. 2