Companhia:
Alda Rodrigues - Teodora, Diabo
Augusto Leal - Diabo, Joane
Glicínia Quartin - Ama, Doroteia
Fernanda Gonçalves - Marta Dias, Anjo
Madalena Braga - Branca Anes, Brízida Vaz
Alina Vaz - Tesaura, Senhora
Margarida Mauperrin - Moça, Roma, Florença
Eduarda Marina - Justina, 2º Anjo
José Braz - Castelhano, Dinis Lourenço, Onzeneiro
António Montez - Lemos, Mercúrio, Sapateiro
Júlio Couto - Mateus, Judeu
Júlio Cardoso - Marido, Tempo, Corregedor
Rui Branco - Vicente, Enforcado
Carlos Avilez - encenação
Pirmin Trecu - coreografia
Armando Alves - cenário/s, figurino/s
Júlio Resende - cenário/s, figurino/s
Francisco Relógio - cenário/s, figurino/s
Nunes Vidal - assistente/s de encenação
Fernando Teixeira - luminotécnico
Jorge Corte-Real - contra-regra, sonoplasta
Fortunato Silva - maquinista/s
Amélia Varejão - chefe de guarda-roupa
Vidal Valente - ponto/s
Adelaide de Sousa - costureira/s
Rogério Silva - electricista/s
Manuel Joaquim - ajudante/s de maquinista/s
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| Data de Início | Data de Fim | Local |
|---|---|---|
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09-02-1965 |
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12-05-1965 |
12-05-1965 |
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Ficha Técnica
Ficha Artística
Carlos Porto refere a existência de um «Prólogo de Deniz Jacinto»; o espectáculo conta com a participação de 22 actores provenientes do curso de formação de actores do TEP, estando o nome de apenas alguns deles no elenco da ficha do espectáculo
Carlos Porto, Em busca do teatro perdido, Plátano Editora, Lisboa, 1973, Vol.I e II-Ficheiro; Carlos Porto, O TEP e o teatro em Portugal - Histórias e imagens, ed. Fundação António Eugénio de Almeida: Porto/1997; programa A agonia do defunto (TEP, 1979); programação do II Festival Internacional de Teatro da Cidade de Lisboa (1965); programa do espectáculo Auto da Índia & Cª (TEP, 1995)