Fronteira fechada
Texto:
Público-alvo:
0
Bilhetes:
plateia: 30$00; frizas: 150$00; camarotes de 1º: 150$00; camarotes de 2ª: 100$00; camarotes de 3ª: 50$00; varandas: 5$00
Ficha do espetáculo
Manuel Peres - encenação
Miguel Segurado - ponto/s
António Salvado - contra-regra/s
Manuel Pais - luz/es
Álvaro Saraiva - montagem
Rui Peres - luz/es
José Rosmaninho - montagem
Joaquim Amaro - som
Francisco Rosmaninho - montagem
Luís Vieira - montagem
Apresentações
(11)
| Data de Início | Data de Fim | Local |
|---|---|---|
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13-09-1973 |
13-09-1973 |
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22-09-1973 |
22-09-1973 |
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06-10-1973 |
13-10-1973 |
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31-10-1973 |
31-10-1973 |
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06-11-1973 |
12-11-1973 |
SOIR - Sociedade Operária de Instrução e Recreio Joaquim António d'Aguiar |
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24-11-1973 |
24-11-1973 |
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10-12-1973 |
13-12-1973 |
SOIR - Sociedade Operária de Instrução e Recreio Joaquim António d'Aguiar |
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18-12-1973 |
21-12-1973 |
SOIR - Sociedade Operária de Instrução e Recreio Joaquim António d'Aguiar |
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02-03-1974 |
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03-1974 |
1974 |
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Registos
(20)
- •«O grupo cénico da Sociedade Joaquim António d'Aguiar estreia em Montemor a peça "Fronteira Fechada" de Alves Redol»in Notícias de Évora(1973-09-11)Fronteira fechada
- •«Estreia Nacional de Fronteira fechada de Alves Redol»in Diário do Sul(1973-09-13)Fronteira fechada
- •«Representação da peça Fronteira Fechada de Alves Redol no Teatro Garcia de Resende»in Notícias de Évora(1973-10-10)Fronteira fechada
- •«Poema : O morceguinho»in Diário do Sul(1973-10-24)Fronteira fechada
- •«Teatro Eborense em Almada»in Diário do Sul(1973-10-31)Fronteira fechada
- •«Estreia da Fronteira fechada em Almada»in Diário do Sul(1973-10-31)Fronteira fechada
- •«Fronteira fechada hoje em Almada»in Diário do Sul(1973-10-31)Fronteira fechada
- •«Teatro - Fronteira fechada de Alves Redol esteve em Torres Vedras numa brilhante interpretação do Grupo Cénico Joaquim António d'Aguiar, de Évora»in Jornal Badaladas(1973-12-01)por Venerando de MatosFronteira fechada
- •«A peça de Alves Redol "Fronteira Fechada" no Garcia de Resende»in Notícias de Évora(1973-12-05)Fronteira fechada
- •«Os 73 anos da S.O.I.R. Joaquim António d'Aguiar»in Diário do Sul(1973-12-12)Fronteira fechada
- •«Redol no Atlético de Campolide»in República(1974-03-12 p.6)por Mário SérioFronteira fechada
- •«III Festival de Teatro na Sociedade Operária Joaquim António d'Aguiar»Fronteira fechada
- •«Distinção concedida ao Grupo Cénico da Sociedade Joaquim António d'Aguiar»in Diário do SulFronteira fechada
- •«III Festival de Teatro Amador»Fronteira fechada
- •«III Festival de Teatro Amador em Évora»Fronteira fechada
- •«Festas de Teatro em Évora»Fronteira fechada
- •«Évora. Teatro: O festival começa amanhã»Fronteira fechada
- •«A abertura do III Festival de Teatro Amador em Évora»Fronteira fechada
- •«Prossegue o III Festival de Teatro Amador»Fronteira fechada
- •«O Festival de Évora em fase de organização»Fronteira fechada
Programa
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Ficha Técnica
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Ficha Artística
Observações
o trabalho do aluno indicado no campo fontes refere o seguinte: "Em nota de imprensa (s./d.), refere-se que a família de Alves Redol concedeu ao Grupo Cénico da S.O.I.R. Joaquim António d'Aguiar a estreia nacional da peça FRONTEIRA FECHADA, sendo "a primeira vez que tal acontece com um grupo amador de teatro"; o cartaz relativo ao 2ºespectáculo, realizado na Sociedade União Montoitense (Montoito) apresenta a seguinte ficha técnica: "Encenação de Manuel Peres, Ponto: Joaquim Amaro, luminotécnico: Manuel Pais, Rui Peres, Sonoplasta: Júlio Santos, Montagem: Álvaro Saraiva, José Rosmaninho, Miguel Segurado, Luís Vieira, Francisco Rosmaninho"; no mesmo cartaz, para além de não figurar qualquer indicação de Coro, o nome de Rosária Parreira lê-se Rosarinho Parreira e desaparece o nome de Emília Saraiva; no artigo de 01/12/1973 do Jornal Badaladas (Torres Vedras), Manuela Coelho aparece como Manuel Coelho, artigo em que se refere que quem convidou o grupo para a realização do espectáculo foi a Cooperativa Domus; num artigo (s/d) refere-se Isabel Carreira como a "jovem protagonista" da peça de Alves Redol FRONTEIRA FECHADA que será o segundo espectáculo do festival; dos espectáculos realizados no âmbito do III Festival de Teatro Amador de Évora, sabemos que: no dia 12/10/1973 foi dedicado aos funcionários da C.M. de Évora, no dia 13/10/1973 aos funcionários da Caixa de Previdência do Distrito de Évora (nos folhetos do III Festival de Teatro Amador esta ordem aparece invertida), no dia 6/11/1973 às empresas Sociedade Alentejana de Moagens e Confecções Melka, no dia 7/11/1973 às empresas Coagro e Sociedade Progresso Eborense, Mobiladora Alentejana, Armazéns Titan, Aniceto & Espanhol e ao C.A.T. dos empregados da Companhia de Seguros A Pátria, no dia 8/11/1973 às empresas Archíminio Caeiro, Emídio Reis e Transportadora Setubalense, no dia 9 à Prediana, João Lopes Branco, Silva & Irmão e Simão Marquez, no dia 10/11/1973 foi dedicado à Eborauto, à António Anselmo Dias, José Leite e ao Grupo Desportivo do Fomento Eborense (segundo a imprensa); segundo os folhetos do III Festival de Teatro Amador, aparecem as seguintes alterações: dia 10/11/1973, Eborauto, Lda., António Anselmo dias, Sucrs., Lda., Grupo Desportivo do Fomento Eborense, Lda., Metalúrgica de Évora, dia 11/11/1973 (onde cremos deve ler-se dia 12, pois no verso do folheto se lê dia 12): Grupo Desportivo do Fomento Eboranse Lda.; segundo os folhetos do III Festival de Teatro Amador, o espectáculo de dia 19/11/1973 foi dedicado aos trabalhadores de Tubel, Aníbal Tavares, Lda., Pascoal & Piteira, Lda., Benjamins & Cª., Celestina Braguês, Gráfica Eborense, dia 20/11/2973, Jacinto Vinhas, SOMEFE, Lda., Construções Alberto Faustino, Lda., Vidralve Lda., J.B. Andrade Herdeiros, Raul Cruz, Citroen, José Leite, Auto Central, no dia 21/11/1973, Luzévora, Darwin José Fandinga & Florindo Fandinga, Pinto & Filhos, Lda., Premetal, Manuel Silva, Nazareth & Filho, Cogril, Artur da Silva Barreiros & Irmão, Lda.; nos folhetos volantes do III Festival de Teatro Amador aparece a seguinte referência: "Este festival foi subsidiado em parte pela Fundação Calouste Gulbenkian, Governo Civil, Câmara Municipal e Comissão Municipal de Turismo; em entrevista com a actriz Maria Rosmaninho foi possível saber que: os custos de produção não foram elevados, pois foram somente comprados tecidos para sais e para algumas cortinas, os cenários foram reaproveitados de uma outra peça da companhia (A RAPOSA E AS UVAS) e os bilhetes dos espectáculos, exceptuando os já referidos, eram todos de entrada livre
Fontes
fotocópia do programa; imprensa; trabalho do aluno Rui Pina Coelho (cadeira de Documentação - Curso de Especialização em Estudos de Teatro) 2001; arquivo Mário Sério (dossier 3)