Companhias:
Textos:
Assassínio na catedral de José Blanc de Portugal [tradução de Murder in the cathedral de T. S. Eliot ]
Público-alvo:
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Adérito Lopes - Cavaleiro, Marinheiro
Ana Palma - Coro, Ninfa, Portageira da Brisa
Fernanda Neves - Tomás Becket, Vénus
Flávia Gusmão - Coro, Tétis
João Vasco - Camões
Luís Barros - Cavaleiro, Marinheiro, Veloso
Luiz Rizo - Cavaleiro, Marinheiro
Santos Manuel - Transeunte
Sérgio Silva - Cavaleiro, Marinheiro, Leonardo, José Amílcar
Teresa Côrte-Real - Coro, Ninfa
Daniel Cervantes - Músico Indefinido
Carlos J. Pessoa - dramaturgia, encenação
Teresa Louro - mestra(s)/mestre(s) de/do guarda-roupa
José Carlos Almeida - alfaiate/s
Carlos Reis - operação de vídeo, assistente/s de cenografia
José Espada - espaço cénico
Maria João Vicente - figurino/s
Manuel Amorim - montagem de luz/es, operação de luz/es
Daniel Varela - montagem de luz/es
João d'Almeida - desenho de luz/es
Hugo Claro - montagem de luz/es
Daniel Cervantes - música (composição)
José Dias - montagem de luz/es
Susana Paiva - vídeo/s
Luís Lopes - desenho de som
Augusto Loureiro - montagem de som, operação de som
Teresa Sanches - assistência de ensaios
Rui Casares - contra-regra/s
Victor Hugo - actriz/es penteada/s por
Jorge Saraiva - contra-regra/s
Fernando Alvarez - produção assegurada por
Maria João Vicente - produção assegurada por
Fernanda Lima - assistente/s de produção
Susana Paiva - fotografia/s, vídeo
Paula Cardoso - design gráfico
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| Data de Início | Data de Fim | Local |
|---|---|---|
|
13-11-2001 |
16-12-2001 |
(1)
Ilustrações
Ficha Administrativa
Ficha Técnica
Ficha Artística
o espectáculo é composto por três partes distintas; o texto das duas primeiras partes do espectáculo são adaptações, respectivamente de "Assassínio na catedral" de T. S. Eliot e dos Cantos IX e X de "Os Lusíadas" de Luís Vaz de Camões; o texto da terceira parte do espectáculo é um original de Carlos J. Pessoa; na sinopse presente nas folhas soltas pode ler-se "Este projecto foi concebido a partir da sigla do Teatro Experimental de Cascais (TEC), como motivo inspirador de um percurso em três partes distintas. Cada letra corresponde a uma palavra que serve de mote a cada uma das partes do tríptico. Assim, à primeira letra, T, de Teatro, corresponde a palavra Teogonia (doutrina de carácter místico e/ou poético que estabelece uma consciência de Deus); à segunda letra, E, de Experimental, a palavra Errância, e à terceira letra, C, de Cascais, a palavra Coração."
folhas soltas sobre o espectáculo; imprensa (consultar o campo Registos); curriculum vitae de Adérito Lopes