Dente por dente
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Ficha do espetáculo
Rogério Paulo - Duque
Fernando Gusmão - Ângelo
Rui de Carvalho - Lúcio
Morais e Castro - Cláudio
Jaime Santos - Corvino
António Sarmento - O Meirinho
Luís Cerqueira - Pompeu
Fernando Soares - Frei Tomás
Armando Caldas - Um Fidalgo, Um Sargento
Tomás de Macedo - Bernardino
Carlos Cabral - Um camareiro
Carmen Dolores - Isabel
Fernanda Alves - Mariana
Maria Cristina - D. Serôdia
Maria Schultze - Irmã Francisca
Clara Joana - Aia de Mariana
Ângela Ribeiro - Julieta
José Duarte Costa - alaúde
António Pedro - encenação, cenários, figurino/s
Mário Garcia - execução de/do cenário, cenários executados por
João Teodoro - execução de/do cenário
Anahory - guarda-roupa
António Vitorino d'Almeida - música original escrita por
Alberto Nunes - som
Rui de Carvalho - director de cena
Carlos Cabral - assistente do director de cena
Fernando Bandeira - ponto/s
Luís Cipriano - chefe/s maquinista/s
Armando Lima - electricista/s
Norberto Machado - contra-regra/s
Aníbal Alho - operador/es de som
Apresentações
(1)
| Data de Início | Data de Fim | Local |
|---|---|---|
|
09-11-1964 |
1964 |
Registos
(6)
- •«A importância da peça "Dente por dente" e da reaparição do Teatro Moderno de Lisboa»in Diário de Lisboa(1964-11-09 p.5)por Anon.Dente por dente
- •«"Dente por dente" pelo Teatro Moderno de Lisboa no Império»in Diário Popular(1964-11-10)por A. F.Dente por dente
- •«Estreias de teatro»in O Século(1964-11-10)por M. F.Dente por dente
- •«Da nossa cadeira: Teatro Moderno de Lisboa- "Dente por dente"»in República(1964-11-10)por P. de M.Dente por dente
- •«"Dente por dente" no Império pelo Teatro Moderno de Lisboa»in Diário de Lisboa(1964-11-10)por Manuela de AzevedoDente por dente
- •«"Macbeth" e "Dente por dente": Dois bons espectáculos Gulbenkio-Shakespeareanos - Uma mesma insatisfação»in Seara Nova(1964-12-31 p.28)por Artur RamosDente por dente
Programa
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Ilustrações
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Ficha Administrativa
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Ficha Técnica
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Ficha Artística
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Currículos
Apoios
Observações
pode ler-se no programa do espetáculo que ocorrem 14 mudanças de cena; no programa, o tradutor adverte que "o que vai representar-se não é uma tradução da tragicomédia de Shakespeare, mas sim uma adaptação livre (...)"; este espetáculo marca o reaparecimento do Teatro Moderno de Lisboa, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian; numa entrevista a António Pedro, publicada no jornal Diário de Lisboa (9-11-1964), podemos ler: "a cor dos fatos é simbólica (cada personagem veste-se com a cor correspondente à sua definição) e a iluminação, que nunca atinge os cenários se não por reflexo, projecta as figuras como unidades escultóricas, iluminadas pela frente e por detrás, emergindo, assim, luminosamente de um ambiente escuro, em que o cenário é apenas uma indicação do lugar, convencional e teatral, também."; como curiosidade registamos ainda: "Será discutível este ou aquele pormenor - a marcação que coloca, por vezes, alguns actores de costas para o público (...)" (Diário de Lisboa, 10-11-1964)
Fontes
Malaposta - Revista do Centro Dramático Intermunicipal Almeida Garrett, nº3/1989; Carlos Porto, O TEP e o teatro em Portugal - Histórias e imagens, ed. Fundação António Eugénio de Almeida: Porto/1997; programa - anúncio; DOLORES, Carmen, Retrato inacabado: Memórias, O Jornal, Lisboa, 1984, p. 140