Companhia:
Texto:
A virgem doida de Mário Cesariny [tradução de La vierge folle de Jean-Arthur Rimbaud ]
Amadeu Neves - encenação, figurinos, cenário
Alda Abreu - mestre carpinteiro
Fátima Cecílio - dramaturgia
Ricardo Madeira - luzes
Vítor Joaquim - som
Mónica Calle - figurinos, cenário
Mónica Calle - produção assegurada por
Amadeu Neves - produção assegurada por
Fátima Cecílio - produção assegurada por
Rosário Carichas - publicidade
Fátima Ribeiro - publicidade
Luís Fonseca - cartaz
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| Data de Início | Data de Fim | Local |
|---|---|---|
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26-06-1992 |
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13-09-1992 |
13-09-1992 |
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12-06-1993 |
12-06-1993 |
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no programa do espetáculo podemos ler que "o espaço [foi] gentilmente cedido pelo Sindicato dos Estivadores do Porto de Lisboa e Centro de Portugal; na Inf. nº 196/BA/92, datada de 01-06-1992 (in: arquivo do Serviço de Belas-Artes da Fundação Calouste Gulbenkian), podemos ler que a duração do espetáculo é de 45 minutos, estando previsto ser apresentado em sessões contínuas, acrescentando-se no programa: "das 21h20 à 1h00"; ainda na supracitada informação podemos ler que este projeto obteve o prémio do Teatro na Década para a Melhor Proposta Cenográfica (1992?), bem como uma menção honrosa; na Inf. nº 22/BA/94, datada de 19-01-1994, podemos ler que Mónica Calle, com o espetáculo A virgem doida obteve o prémio de Melhor Actriz em 1992 da Associação Portuguesa de Críticos de Teatro, e, o Prémio Sete de Ouro/ 1993 para a categoria de "actriz revelação de 1992"
postal; imprensa; arquivo do Serviço de Belas-Artes da Fundação Calouste Gulbenkian, Sector de Teatro, dossier T. 156 - 0410186 - P, processo Casa Conveniente; na Inf. nº 22/BA/94, datada de 19-01-1994, arquivo do Serviço de Belas-Artes da Fundação Calouste Gulbenkian, Sector de Teatro, dossier T.204 - 041426 - P, processo Mónica Calle; currículo da Casa Conveniente; programação do festival Outros Teatros (1993)