Mas que escândalo!
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Ficha do espetáculo
Madalena Sotto - Fada
Maria Domingas - Jessy
Aida Baptista - Criada
Fernanda de Sousa - Sogra
Mariana Villar - Maria
Clarisse Belo - Janette
Artur Semedo - José
Virgílio Macieira - direcção, encenação
Nazaré Taborda - ponto/s
Vasco Antunes - contra-regra/s
José Potier - maquinista/s
Jorge de Almeida - electricista/s
Apresentações
(8)
| Data de Início | Data de Fim | Local |
|---|---|---|
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25-12-1957 |
09-02-1958 |
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11-02-1958 |
18-02-1958 |
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22-02-1958 |
22-02-1958 |
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23-02-1958 |
23-02-1958 |
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24-02-1958 |
24-02-1958 |
Aveiro |
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06-03-1958 |
06-03-1958 |
Guarda |
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09-03-1958 |
09-03-1958 |
Lamego |
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12-04-1958 |
12-04-1958 |
S. Brás de Alportel |
Registos
(6)
- •«Primeiras representações»in A Voz(1957-12-26 p.2)por J. R.Mas que escândalo!
- •«"Mas que escândalo!" no Avenida!»in Diário Popular(1957-12-26 p.2)por Armando FerreiraMas que escândalo!
- •«"Mas que escândalo!" no Avenida»in Diário de Lisboa(1957-12-26 p.4)por L.Mas que escândalo!
- •«No Avenida, "Mas que escândalo..."»in Diário Ilustrado(1957-12-27 p.3)por ?Mas que escândalo!
- •«"Mas que escândalo!" no Teatro Avenida»in Flama(1958-01-10 p.11)por Anon.Mas que escândalo!
- •«"Mas que escândalo!" no Sá da Bandeira»in Diário de Lisboa(1958-02-13 p.4)por A. M.Mas que escândalo!
Programa
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Ficha Técnica
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Ficha Artística
Observações
a estreia do espectáculo é anunciada para o dia 23-12, depois 24-12, porém, "devido a dificuldades de montagem", o espectáculo acaba por ser estreado na tarde do dia de Natal, a 25-12-1957; no sábado, dia 18-01-1958, há matinée às 16h00, além das apresentações às 20h45 e às 22h45, justificando-se este alargamento do horário da seguinte forma: "Devido ao grande êxito alcançado (...) resolveu esta empresa proporcionar mais um espectáculo no sábado a todos aqueles a quem é impossível estar no centro da cidade durante a noite. (...)"; nos Diário de Lisboa e no República, ambos de 12-02-1958, recolhemos a informação de que o espectáculo, com estreia anunciada no Porto no dia 10-02-1958, só se estreia um dia depois, dia 11-02-1958, pelo facto de o material de cena não ter chegado a tempo; a imprensa anuncia o ensaio de uma nova peça (UM MARIDO EM RODAGEM de Henrique Santos ou O MORTO JOGA A CANASTA, de Eduardo Damas) enquanto o colectivo se encontra em digressão com o presente espectáculo; no Diário de Lisboa de 06-04-1958 podemos ler que o espectáculo, excluíndo as apresentações de Lisboa e do Porto, teve mais de quarenta e cinco (45) apresentações em várias localidades do país, vendo-se, contudo, a companhia "forçada a interromper a sua actuação no próximo dia 12 em S. Brás de Alportel", no entanto, quando devidamente reorganizada, prosseguirá a sua digressão a fim de cumprir os espectáculos combinados com diversas empresas do país, até ao próximo dia 05 de Maio
Fontes
publicidade de imprensa (Diário de Notícias, 18 e 22-12-1957, 27-01-1958, 08 e 09-02-1958; O Século, 20-12-1957, 11-02-1958; Diário de Lisboa, 24-12-1957, 12, 21, 22, e, 23-02-1958, 11 e 15-03-1958, 06-04-1958; República, 12-02-1958, Diário Popular, 06 e 09-03-1958); imprensa (consultar o campo Registos);
programa