Joaquim Horta - Jasão
Maria Almeida - Medeia
Ricardo Carisio - concepção, direcção geral, desenho de luz/es
Nilma Sousa dos Santos - confecção de cenário, confecção de figurino
Aníbal de Almeida - confecção de figurino, figurino/s
Salmo Faria - assistente/s de encenação, figurino/s, trabalho de corpo
Marília Maria Mira - objectos de cena, figurino/s
Miltércio Sousa dos Santos - movimento, trabalho de corpo
Ricardo Ribeiro - trabalho de voz
Luís Pena - compositor banda sonora
Sandra Pinheiro - maquilhagem
Ricardo Carisio - produção
Susana Paiva - documentação fotográfica
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| Data de Início | Data de Fim | Local |
|---|---|---|
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15-01-1998 |
22-02-1998 |
Teatro Municipal Maria Matos (sala) |
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01-03-1998 |
01-03-1998 |
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01-03-1998 |
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Ilustrações
Ficha Técnica
Ficha Artística
este espectáculo marca o "renascimento" da Companhia Absurda após a morte de Paulo Lisboa, no Brasil; o espectáculo parte de uma leitura da obra de Eurípides feita por Ricardo Carisio «com "passagens" por Séneca, Ovídio, Apolónio de Rodes, António José da Silva, Thomas Corneille, Wagner Salazar, Raul Brandão e Óscar Wilde»; no programa dos espectáculo podemos ler ainda a seguinte informação "figurino Medeia: Salmo Faria, criação e confecção figurino Jasão: Aníbal de Almeida, cabeça Medeia: Marília Maria Mira, figurino Medeia: Nilma Sousa dos Santos, cânticos: Ricardo Ribeiro, documentação fotográfica: Susana Paiva"; interpretaram a música gravada em banda sonora: Luís Cunha (violino), Isabel Pimentel (viola), Andrzej Nichalczyk (violoncelo)
imprensa (consultar o campo Registos); postal - convite; Maria do Céu Ricardo, TEATRO MARIA MATOS (1969-2001), Câmara Municipal de Lisboa, Lisboa, 2002