Sociedade do Teatro da Trindade
Produções
| Título | Data de estreia |
|---|---|
| O Barba Azul | 13-06-1868 |
| A mulher que deita cartas | 16-10-1868 |
| Os parasitas | 27-10-1868 |
| Filipa de Vilhena | 09-11-1868 |
| Duas lições n'uma só | 11-1868 |
| Um fidalgo do século XX | 12-12-1868 |
| As pupilas do Sr. Reitor | 1868 |
| Procópio Baeta | 1868 |
| Bertha, a flamenga | 09-01-1869 |
| Os rabequistas da côrte | 01-1869 |
| Uma troca de maridos | 01-1869 |
| Entre o jantar e o baile | 01-1869 |
| A família | 02-1869 |
| A morgadinha de Valflor | 03-04-1869 |
| Ao luar | 04-1869 |
| Faustina | 08-06-1869 |
| D. Frei Caetano Brandão | 29-08-1869 |
| A judia | 09-11-1869 |
| A lei dos morgados | 12-1869 |
| Pena de Talião | 20-01-1870 |
| Visão redentora | 29-04-1870 |
| Marion Delorme | 07-1870 |
Pessoas que colaboraram com esta companhia
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Observações
no livro de Matos Sequeira (consultar o campo Registos) podemos ler que por portaria de 09 de Setembro de 1868, o D. Maria II foi posto a concurso com concessão prevista até 1872, tendo ganho a Sociedade do Teatro da Trindade, cuja direcção era constituída pelo Duque de Palmela, Narciso de Freitas Guimarães e Francisco Palha de Faria Lacerda, sendo que a proposta da Santos & C.ª (assinada por José Carlos Santos – Santos Pitorra, António Gonçalves Pinto Bastos e José Joaquim Pinto) perdeu; ainda na mesma fonte podemos ler que o Decreto de 10-10-1868 adjudicou o Teatro de D. Maria II à Sociedade do Teatro da Trindade, tendo-se extinguido o lugar de Comissário, assim como o de director de ensaios, caixa e guarda-livros, acrescentando-se que, Francisco Palha escreveu uma carta a Santos Pitorra a convidá-lo a ingressar na compamhia, o qual agradeceu, mas não aceitou; - a 19-07-1870 o Teatro fecha; um grupo de artistas afecto a Emília das Neves, faz a 16 de Julho uma representação/ petição ao Governo pedindo a rescisão do seu contrato com a Sociedade do Teatro da Trindade, de Francisco Palha, rogando que o D. Maria passasse de novo a Teatro Normal, administrado pelo Estado; assinam, além de Emília das Neves, Pinto de Campos, Silva Moreira, Rosa Júnior e Polla; muitos escritores apoiaram Emília das Neves; - a 18-08-1870 sai um decreto a rescindir o contrato com Palha; - a 24-08-1870, sai novo decreto determinando que o Teatro passasse à administração do Estado
Fontes
consultar o campo Registos