Nome registado:
Eduardo Joaquim Brazão
Nacionalidade:
portuguesa
Data de nascimento:
06-02-1851
Data de morte:
29-05-1925
Local de nascimento:
Lisboa
Condecoração da Ordem de S. Tiago; condecoração Comenda da Ordem de Isabel, A Católica, pelo Governo espanhol
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| Título | Função | Data | Como (Outros nomes) |
|---|---|---|---|
| A filha da senhora Angot | Ensaios | 1875 | Brazão |
| Orestes | Direcção | 02-07-1911 | Brazão |
| Cavalleria rusticana + Bodas de Lia | Direcção | 15-07-1911 | Brazão |
| Uma écloga + As bodas de Lia + Merlim e Viviana | Direcção | 29-07-1911 | Brazão |
| Palhaços + Palêmon | Direcção | 10-08-1911 | Brazão |
(2)
| Título | Companhia | Data | Como (Outros nomes) |
|---|---|---|---|
| Fedora | Companhia Palmira Bastos | 21-07-1923 | Eduardo Brazão |
| Envelhecendo | 1925 | Eduardo Brazão |
Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro
(como Eduardo Brazão)
Sociedade Artística [companhia residente do Teatro Nacional D. Maria II/ Almeida Garrett]
(como Eduardo Brazão)
(como Eduardo Brazão)
(como Eduardo Brazão)
Sociedade de Artistas Dramáticos Portugueses/ Brazão, Rosas & Cª
(como Eduardo Brazão)
Sociedade do Teatro da Trindade
(como Eduardo Brazão)
Sociedade Artística [companhia residente do Teatro Nacional D. Maria II/ Almeida Garrett]
(como Brazão)
Companhia do Teatro do Ginásio
(como Brazão)
(como Brazão)
(como Brazão)
(como Brazão)
(como Brazão)
(como Brazão)
(como Brazão)
(como Brazão)
Sociedade de Artistas Dramáticos Portugueses/ Brazão, Rosas & Cª
(como Brazão)
Sociedade do Teatro da Trindade
(como Brazão)
(como Brazão)
(como Brazão)
(como Brazão)
Companhia do Teatro do Príncipe Real [Santos & Pinto Bastos]
(como Brazão)
(como Eduardo Brazão)
(como Eduardo Brazão)
Estreou-se no teatro Baquet, no Porto, em 1867, no galã da peça de Leite Bastos, Trapeiros de Lisboa e na comédia Precisa-se de um preceptor; estreou-se, em Lisboa, no Teatro do Príncipe Real, também em 1867, com Os Dois Anjos de Dumas, passando nesse mesmo ano ao Teatro da Trindade; esteve ligado ao Teatro Nacional D. Maria II de 1871 até 1880, data em que formou a empresa «Rosas e Brazão», até 1898; a sua carreira terminou a 20-11-1924; foi considerado o melhor ator português de estatura shakespeareana do seu tempo
Memórias de Eduardo Brasão que o seu filho compilou e Henrique Lopes de Mendonça prefacia. 1º ed. Lisboa: Revista do Teatro L.da Editora, s/d.; João Almeida Flor, «Shakespeare, Rosas e Brazão» in Comissão Científica do Departamento de Estudos Anglo-Americanos da Faculdade de Letras de Lisboa, Miscelânea de estudos dedicados a Fernando de Mello Moser. Lisboa: Faculdade de Letras, 1985; «O Actor Eduardo Brazão» in O Capitólio. Lisboa: Tipografia Minerva Commercial, 1889; Vitor Pavão dos Santos, Companhia Rosas e Brasão - Uma exposição de teatro no Museu Nacional do Trajo. Lisboa: Secretaria de Estado da Cultura: 1979; JACQUES, Mário e HEITOR, Silva, Os actores na toponímia de Lisboa, Câmara de Lisboa, 2001; REBELLO, Luiz Francisco (1970). Dicionário do Teatro Português . Lisboa: Prelo Editora; Trabalho de Documentação da aluna Leonor Cabral no âmbito do Mestrado em Estudos de Teatro na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (2011/2012)