Nome registado:
António Augusto de Chaby Pinheiro
Nacionalidade:
portuguesa
Data de nascimento:
12-01-1873
Data de morte:
06-12-1933
Local de nascimento:
Lisboa
é condecorado com a ordem de Santiago
Fortunato Pinheiro (actor)
Professor de Arte de Representar na Escola da Arte de Representar
Cinema (participou no filme Lisboa, crónica anedótica (1930) de Leitão de Barros)
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| Título | Função | Data |
|---|---|---|
| O amigo de Peniche | encenação | 04-1920 |
| A vida de um rapaz gordo | mise-en-scène | 12-1922 |
| O leão da Estrela | direcção artística, enscenação | 11-07-1925 |
Começou pelo teatro amador; Júlio Dantas escreveu especialmente para ele o monólogo Um romance; estreou-se profissionalmente em 1896, na companhia Rosas & Brazão, na peça Tio Milhões; trabalhou em inúmeras companhias, entre as quais as que formou com Aura Abranches e com Jesuína Saraiva (sua esposa); no texto de Mário Jacques e Silva Heitor (descrito no campo Registos) podemos ler que a última revista em que Chaby participou foi Xá bi tudo, de Fernando Ávila, em 1931
Consultar o campo Registos; Vitor Pavão dos Santos, Companhia Rosas e Brasão - Uma exposição de teatro no Museu Nacional do Trajo. Lisboa: Secretaria de Estado da Cultura: 1979; BASTOS, Glória e VASCONCELOS, Ana Isabel P. Teixeira de, O Teatro em Lisboa no tempo da Primeira República, IPM/Museu Nacional do Teatro, 2004, p. 72