Nome registado:
João Anastácio Rosa Júnior
Nacionalidade:
portuguesa
Data de nascimento:
18-04-1843
Data de morte:
15-03-1910
Local de nascimento:
Lisboa
João Anastacio Rosa (actor)
Societário da Sociedade de Artistas Dramáticos Portugueses/ Brazão, Rosas & Cª., posteriormente, Rosas & Brasão (1880-1898);
Frequência do curso de Pintura da Academia de Belas-Artes; a partir do ano lectivo de 1885/1886 é professor de declamação no Conservatório, possivelmente até o ano lectivo de 1891/1892 (consultar o campo das Observações Internas)
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| Título | Função | Data | Como (Outros nomes) |
|---|---|---|---|
| Frei Luís de Sousa | ensaiador/es | 10-04-1872 | João Anastácio Rosa Júnior |
Companhia do Teatro do Ginásio
(como João Rosa)
(como João Rosa)
Sociedade de Artistas Dramáticos Portugueses/ Brazão, Rosas & Cª
(como João Rosa)
[companhia residente do Teatro Nacional D. Maria II]
(como João Rosa)
Sociedade do Teatro da Trindade
(como João Rosa)
(como João Rosa)
(como João Rosa)
(como João Rosa)
(como João Anastácio Rosa Júnior)
João Anastácio Rosa Júnior estreou-se como ator em 1862, no Teatro S. João, ao lado de seu pai, em Jóias de família de César de Lacerda. Foi uma das principais figuras da companhia Rosas & Brazão, bem como professor de "Declamação" no Conservatório. Testemunhos recordam-no, frequentemente, como um ator coerente e profissional versado no estilo de representação naturalista. A doença afastou-o definitivamente do palco em 1906, ano em que se apresentou no Teatro D. Amélia em A Ceia dos Cardeais de Júlio Dantas; Irmão do actor Augusto Rosa; em Lisboa, apresenta-se pela primeira vez a 12-08-1863 no Teatro S.Carlos, no Ricardo III, adaptação baseada no texto homónimo de Shakespeare; há uma rua com o seu nome em Lisboa (freguesia do Alto do Pina);
ANON. (1863), «Espectáculos», Diário de Lisboa, 11-08; COELHO, Eduardo (1863), «Real Theatro de S. Carlos», Chronica dos Theatros, 17-08; VIDAL, E. A. (1870), «Biographia de João Anastácio Rosa», Theatro Contemporaneo. Lisboa: Typographia Universal; ALMEIDA, Fialho de (1ª edição: 1888, 3ª edição: 1970), «Luís XI», Actores e autores - impressões de teatro, Lisboa: Livraria Clássica Editora; ALMEIDA, Fialho de Almeida (1894, 1949), «25 de Janeiro de 1894 - João Rosa», Os gatos: publicação mensal, de inquérito à vida portuguesa.Lisboa: Livraria Clássica Editora; BASTOS, Sousa (1994, facsímile da edição de 1908), Dicionário de teatro português. Coimbra: Minerva; ANON. (1910), «A morte de um grande actor – João Rosa», Ilustração Portuguesa, 28-03; LIMA, Adolfo (1911), «Semana Teatral – João Rosa», O Intransigente, 07-11; ROSA, Augusto (1915), Recordações da scena e fóra da scena. Lisboa: Livraria Ferreira; PINHEIRO, António (1923), «A despedida do amador», Coisas da vida…impressões da vida de teatro. Lisboa: Galhardo & Costa; BRAZÃO, Eduardo (1925), Memórias de Eduardo Brazão que seu filho compilou e Henrique Lopes de Mendonça prefacia, Lisboa: Empresa da Revista de Teatro, Lda.; MADUREIRA, Joaquim (pseud. Braz Burity), (192-), Impressões de teatro: Zilda, o lodo e à la fé. Lisboa: Imprensa Libanio da Silva; CARVALHO, J. M. Teixeira de (1925), Teatro e artistas. Coimbra: Imprensa da Universidade; PINHEIRO, Chaby (1938), Memórias de Chaby – transcritas e coordenadas por Tomaz Ribeiro Colaço e Raúl dos Santos Braga. Lisboa: Gráfica Portuguesa; SHWALBACH, Eduardo (1944), À lareira do passado – memórias. Lisboa: Edição do Autor; ABRANCHES, Adelina (1947), Memórias de Adelina Abranches – apresentadas por Aura Abranches. Lisboa: Empresa Nacional de Publicidade; SEQUEIRA, Matos (1955), História do Teatro Nacional D. Maria II (publicação comemorativa do centenário 1846 – 1946), Lisboa; SANTOS, Vítor Pavão dos (Org.), (1979), A companhia Rosas & Brazão 1880 – 1898 (catálogo da exposição organizada pelo Museu Nacional de Teatro). Lisboa: Secretaria de Estado da Cultura; JACQUES, Mário & HEITOR, Silva (2001), Os actores na toponímia de Lisboa. Lisboa: Câmara Municipal de Lisboa;