Nome registado:
Henrique Carlos dos Santos
Nacionalidade:
portuguesa
Data de nascimento:
05-11-1872
Data de morte:
11-08-1949
Local de nascimento:
Lisboa
Recebe o mérito da Ordem de Santiago
José Carlos dos Santos (actor); Amélia Vieira (actriz)
1898 - é co-fundador da Sociedade Artística do Teatro D. Maria II; 1918/41 - é professor de Arte de Representar no Conservatório, cargo a que concorre apresentando a dissertação A ilusão no teatro - Factores que a comprometem e sendo aprovado com distinção
Termina o Curso dos Liceus e entra na Escola Polytecnica e Escola Naval, como aspirante de Marinha, mas passa depois para o Curso Superior de Letras, onde se licencia
(78)
(19)
| Título | Função | Data |
|---|---|---|
| A última aventura | marcação | 26-02-1915 |
| D. Perpétua que Deus haja | encenação | 26-11-1915 |
| Pedro, o cruel | encenação | 02-06-1916 |
| Altar da pátria | marcação | 1918 |
| O pai de todos | direcção artística | 30-09-1922 |
| Fedora | enscenação | 21-07-1923 |
| A rosa enjeitada | ensaiador/es | 27-06-1925 |
| A vida de um rapaz pobre + O álcool + O sonho | direcção | 03-04-1927 |
| O pai de todos | ensaiador/es | 10-1929 |
| Renascer | enscenação | 08-11-1930 |
| Auto de Santo António | encenação | 12-06-1931 |
| Um Bragança | direcção | 19-12-1931 |
| A menina do côro | enscenação | 05-02-1932 |
| Vista alegre/ Revista alegre | ensaiador/es | 20-01-1934 |
| O menino virtuoso | encenação | 07-12-1934 |
| O pateta alegre | encenação | 02-04-1938 |
| Asas | encenação | 22-12-1942 |
| Envelhecer | encenação | 14-01-1943 |
| Minha mulher vai casar | encenação | 28-01-1943 |
Estreia-se no Teatro D. Maria II em Novembro de 1893, na Empresa Rosas e Brazão; passa pela Companhia de Comédia do Teatro do Ginásio, participando nas peças Srª Ministra, Zaraguêta e Gatuno; é nomeado societário do Teatro Nacional D. Maria II, onde permanece até 1918, entrando nas peças Peraltas e Sécias, Marcha nupcial, Virgem louca, Filho perdido, Escandalo, Ilustre desconhecido, Malquerida, Frei Luís de Sousa, Amor à antiga, Vinte mil dolars, Pedro, o cruel e Coração manda; faz tournées ao Brasil e à província; forma empresa no Teatro do Ginásio e no Teatro Avenida, onde são levadas à cena as peças Marionettes, Altar da pátria, Edade de amar e Sua magestade; pertence às companhias de Ângela Pinto, de Lucinda Simões e Cristiano de Sousa e de Palmira Bastos; de 1910 a 1941 exerce as funções de director e encenador; escreve algumas obras sobre teatro: A ilusão do teatro - factores que a comprometem, Poeira do palco e Enquanto o pano não sobe
Currículo; programa da tournée Alice Ogando - Carlos Santos; BASTOS, Glória e VASCONCELOS, Ana Isabel P. Teixeira de, O Teatro em Lisboa no tempo da Primeira República, IPM/Museu Nacional do Teatro, 2004, p. 75