Texto:
Emília Letroublon - Grã-Duquesa de Gerolstein
Luiza Fialho - Vanda
Virgínia - Príncipe Cornélio Gil
Faria - General Boum
António Pedro - Barão Grog
Meneses - Fritz
Pereira - Barão Puck
José Carlos dos Santos - apresentação
António Gonçalves Pinto Bastos - apresentação
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| Data de Início | Data de Fim | Local |
|---|---|---|
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1868 |
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no texto citado no campo Registos (FERREIRA: 1943) podemos ler o seguinte: «(...) [José Carlos dos Santos] resolveu implantar o reinado da opereta francesa em Portugal e proclamou o novo regime com a Grã-Duquesa de Gerolstein. Vira em Paris, ao lado de Garrido, essa deliciosa charge de Meilhac e Halévy e ficara verdadeiramente entusiasmado com a peça e com a notável e espirituosa música de Offenbach (...). O êxito em Lisboa foi idêntico ao de Paris, dizendo-se mesmo que alguns papéis tiveram aqui superior interpretação, como o General Boum, desempenhado pelo Faria (...). (...). / A protagonista (...) foi Emília Letroublon, artista distinta, mas de temperamento irrequieto, e, que, por isso mesmo, estava muito dentro do papel./ Do Fritz foi encarregado o Meneses (...). A Wanda foi entregue à Luísa Fialho (...)./ O Príncipe Cornélio Gil foi desempenhado pela actriz Virgínia, então no início da sua carreira (...)./ Do Barão Puck encarregou-se o actor Pereira (...)/ Quanto ao papel de Barão Grog, foi desempenhado por António Pedro (...).» [FERREIRA: 1943, pp. 51-52]
consultar o campo Registos (CARVALHO: 1898, BASTOS: 1908, FERREIRA: 1943, SANTOS: 1950, BARROCA: 2008)