Texto:
20.000 dólares de Félix Bermudes [tradução de Jimmy, o misterioso de Paul Armstrong ]
Carlos Santos - Jemmy Samson
Ignacio Peixoto - Dick
Luiz Pinto - Evans
Eduardo Raposo - Fay
Augusto de Mello - Handler
Joaquim Costa - Avery
João Calazans - Blickendorf, Bob Morgan
Teixeira Soares - Read
Edmundo Mottilli - Chefe dos Guardas
Carlos Shore - Escriturário
Palmira Torres - Miss Rose Fay
Lucinda do Carmo - Miss Moore
Judith de Castro - Baby
Rachel de Castro - Ketty
Carlota Sande - A Aia das Creanças
António Pinheiro - Fay
Mendonça de Carvalho - Blickendorf
João Henriques - Read
Augusto Sampaio - Escriturário
Palmira Bastos - Miss Rose Fay
Júlia Ferreira - Betty, Outra Criança
Guilhermina de Castro - Bobby
Augusto de Mello - encenação
Augusto Pina - cenógrafo
Leandro Calderon - cenógrafo
Luís Salvador - cenógrafo
Augusto Sampaio - adereços
Manuel de Macedo - figurino/s
Castello Branco - guarda-roupa
Francisco Mendonça - contra-regra/s
Jorge Ferreira - ponto/s
(3)
| Data de Início | Data de Fim | Local |
|---|---|---|
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10-11-1911 |
26-03-1912 |
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03-1912 |
03-1912 |
Porto |
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28-12-1915 |
(1)
no trabalho de Maria Eduarda Dias a partir da imprensa (trabalho referido no campo Fontes), a mesma refere a seguinte informação sobre o espectáculo: - a estreia foi anunciada para o dia 09-11-1911, mas "por força maior" teve de ser adiada para o dia seguinte (10-11-1911); - na estreia do espectáculo (10-11-1911) esteve presente o Presidente da República, sentado no camarote de honra da 1ª ordem, e, João Chagas e Duarte Leite, tendo sido tocado o hino nacional no intervalo do 1º para o 2º acto, com o aplauso do público, sendo depois chamado Júlio Dantas ao sobredito camarote onde foi felicitado pelo êxito da peça; - na estreia, nos camarotes, notava-se a presença das "principais famílias da capital"; - participação neste espectáculo de um sexteto ou de um quarteto de músicos, entre os quais é referida uma violinista; - o espectáculo estreia-se na abertura da temporada, numa altura em que o Teatro Nacional atravessa uma crise; - foi criada pelo Teatro Moderno uma paródia à peça na base deste espectáculo intitulada 000: 20 Milhafres, em três actos e quatro quadros da autoria de Eduardo Fernandes(Esculápio), com música dos maestros Raul Angelo e Domingos Silva (com data a averiguar)
imprensa (A Capital, 03, 11, 17-11-1911; A Lucta, 06, 09, 11, 13-11-1911; A Nação, 17-11-1911; Diário de Notícias, 03, 06, 11, 17-11-1911; Eco Artístico, 29-02, 10, 30-03-1912; O Dia, 09, 17-11-1911; O Intransigente, 02, 03, 09, 11, 12, 17-11-1911; O Jornal do Comércio, 11, 12-11-1911; O Mundo, 02, 03, 06, 09, 10, 11, 12-11-1911; O Século, 02, 03, 09, 11, 12-11-1911; Novidades, 11, 17-11-1911; República, 06-11-1911; trabalho da aluna Raquel Veiga para a cadeira de Documentação II do curso de Especialização em Estudos de Teatro 2000/2001; trabalho de Maria Eduarda Dias para o Seminário de Documentação, Estudos de Teatro, 2010/2011; BASTOS, Glória e VASCONCELOS, Ana Isabel P. Teixeira de, O teatro em Lisboa no tempo da Primeira República, IPM / Museu Nacional do Teatro, 2004, p. 128; caderno de críticas de Adolfo Lima (1891-1925) [espólio Glicínia Quartin]