Sobre

Leitão de Barros [13450]

Nome registado:

José Júlio Marques Leitão de Barros

Nacionalidade:

portuguesa

Data de nascimento:

22-10-1896

Data de morte:

26-06-1967

Local de nascimento:

Porto

Outros nomes:

José Leitão de Barros

Espetáculos em que exerceu funções

(18)

Título Função Data Como (Outros nomes)
A rival Cenário 14-07-1922 Leitão de Barros
A Ribeyrinha Cenário 01-03-1923 Leitão de Barros
Náufragos Cenário 28-04-1925 Leitão de Barros
Knock ou a vitória da medicina Cenário 02-06-1925 Leitão de Barros
Banca à Glória Montagem do espaço, Cenário, Projecção do espaço 26-02-1926 Leitão de Barros
A hora imaculada Cenário 19-04-1926 Leitão de Barros
O rosário Montagem do espaço, Cenário 14-05-1926 Leitão de Barros
Se eu quizesse... Cenografia 25-08-1926 Leitão de Barros
O homem e os seus fantasmas Móveis, Cenografia, Decoração do espaço 01-12-1926 Leitão de Barros
O perigo amarelo Cenário 20-05-1927 Leitão de Barros
Sete e meio Cenário 27-12-1927 Leitão de Barros
Avó Lisboa Encenação, Cenário 07-02-1956 Leitão de Barros
Espetáculos baseados em textos da sua autoria

(10)

Companhias com as quais colaborou
Textos da sua autoria (teatro)
Programas com textos da sua autoria
  • O baile

    (como Leitão de Barros)

    31-07-1959

Observações

Na página electrónica do Instituto Camões podemos ler: "Curso de Belas-Artes; Arquitectura (3º ano); curso da Escola Normal Superior - foi Professor (Desenho, Matemática). Escreveu livros didácticos, teatrais (como O Homem Que Passa). A partir de 1916, colaborou em jornais e revistas. Pintor (galardões em Portugal, Brasil). Nos anos ’30, fez um estágio de Artes Gráficas e Fotografia na Alemanha; fundador da Neogravura, do Domingo Ilustrado; Director de O Século Ilustrado. Cenógrafo (1955 - Prémio Gil Vicente). Efectuou várias Missões pelo Instituto de Alta Cultura. Organizador de grandes festas populares de Lisboa, das marchas dos bairros populares; do Cortejo das Viaturas (1934), do Cortejo da Embaixada do Século XVIII (1936), do Cortejo Medieval e do Torneio Medieval dos Jerónimos (1938), do Cortejo Histórico das Festas Centenárias de Lisboa (1947); colaborador das Festas Centenárias (1940 - dirigiu a Nau Portugal); foi secretário-geral da Exposição do Mundo Português; responsável pela Feira Popular (1943); pelo Jardim de Belas-Artes, pela Feira Parque da Estrela, pelo Hotel Modelo, pelo Grupo de Amigos de Lisboa. Foi Director da Sociedade Nacional de Belas-Artes. Galardões: Grande-Oficial da Ordem de Cristo, Oficial da Ordem de Afonso o Sábio (Espanha), Grã-Cruz da Ordem de Sant’Iago da Espada (1947); Prémio Júlio César Machado. Jornalista, prestigiou-se com Os Corvos - crónicas no Diário de Notícias, editadas em livro. Relação: cunhado de Cottinelli Telmo. Filme de testemunho: LEITÃO DE BARROS - O SENHOR IMPACIENTE (1999)."

Fontes

Página electrónica do Instituto Camões (http://www.instituto-camoes.pt/cvc/cinema/gentes7.html)