Companhia:
Texto:
A hora imaculada de Augusto Gil [tradução de L' alba, il giorno e la notte de Dario Niccodemi ]
Amélia Rey Colaço - encenação
Leitão de Barros - cenário/s
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| Data de Início | Data de Fim | Local |
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19-04-1926 |
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19-04-1926 |
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08-1929 |
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um prólogo, expressamente escrito pelo jornalista António Guimarães e dito pelo actor Assis Pacheco, precedeu a apresentação do espectáculo na festa artística de Amélia Rey Colaço no Teatro Lírico do Rio de Janeiro (1929); o espectáculo no Teatro Lírico do Rio de Janeiro contou ainda com a apresentação da farsa Ladrão que rouba a ladrão, de Rafael Pinheiro
Margarida Palhinha (org.), A Companhia Rey Colaço Robles Monteiro (1921-1974), Secretaria de Estado da Cultura - Instituto Português do Património Cultural - Museu Nacional do Teatro,[1987]; dissertação de Mestrado da aluna Ana Campos (2004); Revista De Teatro - revista de teatro e música, nº43, Abril-Maio de 1926; crítica de Avelino de Almeida (ver «Registos»)