(42)
(16)
| Título | Função | Data |
|---|---|---|
| Feira do Porto | Dança | 08-11-1946 |
| Tico-tico | Dança | 29-02-1948 |
| O disco voador | Coreografia, Dança | 25-06-1950 |
| Doce da Teixeira | Coreografia | 06-01-1951 |
| Clube dos Salsas | Coreografia | 04-06-1952 |
| Mãos no ar! | Coreografia | 13-02-1954 |
| Casa da sorte | Encenação, Coreografia | 1957 |
| Vamos à lua! | Coreografia | 1958 |
| Tá bem... deixa! | Produção | 1961 |
| Ena, tantas! | Direcção, Encenação | 26-01-1963 |
| Viva a pandilha | Encenação, Direcção | 11-04-1972 |
| Lisboa acordou | Encenação | 25-07-1975 |
| Direita, volver! | Encenação | 29-11-1978 |
| Isso é que era bom! | Encenação | 09-1979 |
| Não deites foguetes! | Encenação, Direcção | 1980 |
| Todos tesos | Direcção, Encenação | 21-07-1983 |
(7)
| Título | Companhia | Data |
|---|---|---|
| Viva a pandilha | 11-04-1972 | |
| Lisboa acordou | Empresa Vasco Morgado | 25-07-1975 |
| Põe-te na bicha | 23-02-1978 | |
| Direita, volver! | Empresa Sérgio de Azevedo | 29-11-1978 |
| Ó Zé arreganha a taxa | 17-03-1982 | |
| Todos tesos | Empresa Carlos Santos | 21-07-1983 |
| Aguenta-te à bronca | 1985 |
No jornal Vem aí a Companhia do Teatro Apolo, pode ler-se: «O caso da estreia de Carlos Coelho conta-se em meia dúzia de linhas. Foi certo dia ao Porto a Companhia de Rosa Mateus e o jovem artista, então encarregado no comércio dos negócios de seu pai, estava na capital do Norte a gozar as suas férias anuais. Amigo dos artistas e entusiasta pelo teatro vivia em contacto permanente com elementos da Companhia e um dia o bailarino António Gonçalves, devido a afazeres em Lisboa, teve de partir. Carlos Coelho prontificou-se a substituí-lo para que os espectáculos não sofressem interrupção, acontecendo então coisa curiosa - a substituição fez-se sem qualquer ensaio, o que prova, sem dúvida, o valor do hoje tão conhecido artista.»
Jornal intitulado Vem aí a Companhia do Teatro Apolo, Fevereiro de 1955 (número único, 4 páginas)