Alfredo Ruas - Avozinha
Teresa Gomes - D. Maria Salvação Benta
Carlos Leal - Peão das Nicas
Filomena Casado - Neta
Clara Maria - Neta
Reginaldo Duarte - Zé Liberato
Edmundo Ferreira - Trinca-Zonas, Condutor, Zé Liberato, Homem dos gatos
Humberto Madeira - Avó
Regine Jany - dançarinos
Rosa Mateus - realização
Charles - encenação
Raul Ferrão - música
Jaime Mendes - música
João Nobre - música
Rafael Gomes - direcção musical
António Assunção - contra-regra
Lopes Almeida - ponto/s
Vitorino Antunes - maquinista-chefe
John Hart - electricista-chefe
Laierte - guarda-roupa sob figurinos de
Manuel Lima - cenários novos
Reinaldo Martins - cenários novos
Manuel Cunha e Silva - cenários novos
Ernâni Martins - cenários novos
Mário Garcia - cenários novos
Luís Cunha e Silva - cenários novos
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| Data de Início | Data de Fim | Local |
|---|---|---|
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06-10-1945 |
07-01-1946 |
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14-03-1946 |
15-03-1946 |
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a estreia do espectáculo é anunciada para 5 de Outubro, mas acaba por ser adiada para dia 6; segundo a crítica de Albuquerque (ver «Registos»), Edmundo Ferreira é «estreante»; segundo o programa, o espectáculo conta ainda com «20 girls, discípulas de Charles»; os anúncios ao espectáculo nos jornais Diário de Notícias e O Século exibem caricaturas alusivas aos quadros mais populares - Luísa Satanela: «A mulher polícia», «A menina do Estoril», «A americana», Teresa Gomes: «A menina da pôpa», «O menino do swing», «Vedeta do Luso», Alfredo Ruas: «O tio Manel das Soidades», «O vendedor de rebuçados», «O gatófilo», Filomena Casado e Alfredo Ruas: «Neta e avó», Teresa Gomes, Reginaldo Duarte e o menino de Maria Vitória: «A Vitória!», Luísa Satanela e Alfredo Ruas: «Como elas são!», Teresa Gomes e Araceli Coral: «A fadista», Luísa Satanela e Edmundo Ferreira: «Trinca zonas»; no anúncio publicado no Diário de Notícias de 31/10/1945 são ainda referidos o quadro «Conferência da Paz», a rábula «O mata gatos» e as fantasias «A volta de Satanela», «A taça da vitória», «O quadro de Goya» e «O vira minhoto»; segundo o trabalho de Isabel Vidal, Luiz Francisco Rebello [in História do teatro de revista em Portugal - ver «Registos»] refere que «no quadro "As duas carreiras", introduzido a 16 de Novembro, havia dois destinos possíveis a tomar pelo eléctrico: o Campo 28 de Maio, data que instituiu o regime de onde emergiu o Estado Novo, e a Almirante Reis, onde estava a sade do recém criado Movimento de Unidade Democrática»; a revista recebe um Prémio do Secretariado Nacional de Informação pelo «vira»
trabalho realizado pela aluna Isabel Alice Radburn Nunes Vidal, no âmbito do seminário de Documentação do curso de Mestrado em Estudos de Teatro, 2006/2007 (fontes: programas do espectáculo, críticas de Rodrigo de Mello e Luiz Francisco Rebello e imprensa); anúncios na imprensa (Diário de Notícias, 22/9/1945, p. 3, 5/10/1945, p. 2, 20/10/1945, p. 3 e 16/11/1945, p. 3, Diário de Lisboa, 6/10/1945, e jornal não identificado, 7/10/1945); crítica de Albuquerque (ver «Registos»); pesquisa e recolha de dados feita por José Manuel Osório (trabalho doado ao CET a 25-08-2010, armazenado na pasta electrónica intitulada Algumas revistas, na área dos "documentos partilhados")