Nome registado:
Raul Augusto de Almeida Solnado
Nacionalidade:
portuguesa
Data de nascimento:
19-10-1929
Data de morte:
08-08-2009
Local de nascimento:
Lisboa
Em 1962 recebe o Prémio de Melhor Actor de Cinema, atribuído pela Casa da Imprensa;em 1967 recebe o Prémio de Melhor Actor de Teatro Musicado, atribuído pela Casa da Imprensa;em 2002 recebe a Medalha de Honra da Cidade de Lisboa;em 2006 recebe o prémio de Consagração de Carreira
(71)
(23)
| Título | Função | Data |
|---|---|---|
| O impostor geral | Produção | 10-01-1965 |
| Braço direito, precisa-se! | Produção | 15-04-1965 |
| Querida mulatinha | Produção | 17-10-1966 |
| Assassinos associados | Produção | 11-03-1967 |
| António Marinheiro (o Édipo de Alfama) | Produção | 26-04-1967 |
| O fusível | Produção | 22-07-1967 |
| Pais abstractos | Produção | 01-09-1967 |
| Deliciosamente louca | Produção | 21-12-1967 |
| Um anjo de chapéu de palha | Produção | 02-02-1968 |
| Agarra que é milionário | Produção | 21-03-1968 |
| Oh que delícia de coisa | Versão, Produção | 29-06-1968 |
| Amor às riscas | Produção | 09-1968 |
| Black out | Produção | 04-06-1969 |
| O aniversário da tartaruga | Produção, Voz | 01-10-1971 |
| O dia em que raptaram o Papa | Produção | 18-06-1973 |
| Lá ao fundo à direita | Produção | 11-07-1973 |
| O ovo | Produção | 16-10-1973 |
| Liberdade, liberdade | Produção | 28-08-1974 |
| Isto é que me dói | Adaptação | 30-09-1976 |
| Boeing Boeing | Adaptação | 1984 |
| Fininho mas jeitosinho | Adaptação | 1985 |
| Corte fatal | Adaptação | 10-1995 |
| Conversas à solta ou histórias da história do teatro | Criação | 10-01-2002 |
(7)
| Título | Companhia | Data |
|---|---|---|
| Oh que delícia de coisa | 29-06-1968 | |
| Digam ao povo que eu volto | 1973 | |
| Felizardo e Companhia, modas e confecções | 27-11-1978 | |
| Há petróleo no Beato | 05-03-1981 | |
| Lisboa, Tejo e tudo | Empresa Carlos Santos | 1986 |
| Os bancários também têm alma | 23-11-1990 | |
| Há petróleo no Beato | Associação Cultural da Juventude Povoense | 29-11-2003 |
10-01-1965
Inicia a sua actividade como actor na Sociedade Guilherme Cossoul; em 1953, no palco do Maxime, é contratado por Vasco Morgado para a revista Viva o Luxo; em 1962, cria a paródia História de guerra de 1908; na televisão participa nos programas Zip Zip e Visita da Cornélia; entra no filme D. Roberto (de Ernesto de Sousa); em 1964, funda o Teatro Villaret, em Lisboa em 2010 é lançada um colectânea de 3 cds intitulada "Façam o favor de ser felizes" com algumas dos trecho mais famosos de Raúl Solnado retirados das suas aparições na televisão, teatro e algumas canções; foi até à sua morte o diretor da Casa do Artista, instituição que ajudou a fundar
Imprensa (consultar o campo Registos); Leonor Xavier, Raúl Solnado - A vida não se perdeu, Oficina do Livro:Lisboa, 2003