Artur Duarte - Juíz, Criado, Senhor Dufiquet
Gilberto Gonçalves - Colega, Cliente, Advogado de defesa
Manuel Cavaco - José, Cliente, Colega
Lila Oliveira - Mulher, Lúcia
Cristina Cassola - Mulher, Carlota
Madalena Braga - Mãe, Porteira, Mulher
Cláudia Martins - Rapariga, Georgete
Fernanda Borsatti - Menina Amélia
José Amaro - Delegado, Médico
Maria José - Justina
Luís Alberto - Alberto
Nina Flores - Rosa
Amílcar Botica - Eugénio, Cliente
Costa Ferreira - Bertholet
Catarina Avelar - Hortense
Joaquim Miranda - Tio
Georgina Cordeiro - Sra. Bertholet
Cândido Mota - Victor Dugomier
Raul Solnado - Emílio
Paulo Renato - encenação
Carlos Costa - contra-regra/s
Octávio Clérigo - cenografia
Carlos Gualdino - ponto/s
Pinto de Campos - figurinos
António Matos - chefe/s maquinista/s
Rafael Pereira - luminotécnica
Jorge Corte-Real - sonoplastia
Joaquim Santos - cenografia
Eduardo - cenografia
Raul Solnado - produção
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| Data de Início | Data de Fim | Local |
|---|---|---|
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16-10-1973 |
20-04-1974 |
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1974 |
04-1974 |
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Ficha Técnica
Ficha Artística
o Diário Popular refere "no dia 02-01-1974 iam no 3.º mês de festa, no dia 02-01-1974 descanso do pessoal"; no programa podemos ler que a autoria da canção "O ovo" é de Braga Santos e César de Oliveira
Diário Popular - publicidade; trabalho da aluna Ana Carvalho no âmbito da cadeira de Documentação do curso Mestrado em Estudos de Teatro, ano 2001/2002; Leonor Xavier, RAÚL SOLNADO - A VIDA NÃO SE PERDEU, Oficina do Livro:Lisboa, 2003, p.121-122; arquivo Mário Sério (dossier 2)