Estêvão Amarante [9574]
Nome registado:
Estêvão Amarante da Silva Inglês
Nacionalidade:
portuguesa
Data de nascimento:
09-01-1889
Death Date:
06-12-1951
Local de nascimento:
Lisboa
é condecorado com o hábito de Santiago em 1920, aquando da sua actuação em O João Ratão
Espetáculos em que atuou
(99)
Espetáculos em que exerceu funções
(15)
| Título | Função | Data | Como (Outros nomes) |
|---|---|---|---|
| Miss Diabo | enscenação | 24-10-1918 | Estêvão Amarante |
| Paris Monte-Carlo | enscenação | 27-04-1921 | Estêvão Amarante |
| O doutor da mula ruça | direcção artística | 11-06-1926 | Estêvão Amarante |
| O bom ladrão | direcção artística | 11-03-1927 | Estêvão Amarante |
| O padre cura | direcção artística | 24-05-1927 | Estêvão Amarante |
| Água-pé | encenação | 23-07-1927 | Estêvão Amarante |
| A flor de S. Roque | direcção artística | 14-12-1928 | Estêvão Amarante |
| Três contra um! | direcção artística | 13-03-1929 | Estêvão Amarante |
| O ás do football | direcção artística | 07-06-1929 | Estêvão Amarante |
| O bom ladrão | direcção artística | 16-10-1931 | Estêvão Amarante |
| Miss Diabo | direcção artística | 03-01-1933 | Estêvão Amarante |
| O Pão de Ló | encenação | 03-02-1940 | Estêvão Amarante |
| O João Ratão | encenação | 28-05-1943 | Estêvão Amarante |
| A casta Susana | encenação | 10-11-1945 | Estêvão Amarante |
| O Pão de Ló | ensaiado por | 04-01-1946 | Amarante |
Companhias com as quais colaborou
- •
Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro
(como Estêvão Amarante)
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(como Estêvão Amarante)
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Companhia Luísa Satanela/ Luiza Satanela - Estevão Amarante/ Satanella - Amarante
(como Estêvão Amarante)
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(como Estêvão Amarante)
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Companhia Aura Abranches - Chaby Pinheiro
(como Estêvão Amarante)
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(como Estêvão Amarante)
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(como Estêvão Amarante)
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(como Estêvão Amarante)
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(como Estêvão Amarante)
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Grande Companhia Teatral de Lisboa
(como Estêvão Amarante)
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(como Estêvão Amarante)
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Companhia Luísa Satanela/ Luiza Satanela - Estevão Amarante/ Satanella - Amarante
(como Estevam Amarante)
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Grande Companhia de Opereta do Theatro Avenida de Lisboa
(como Estevam Amarante)
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Companhia Luísa Satanela/ Luiza Satanela - Estevão Amarante/ Satanella - Amarante
(como Amarante)
Registos
- •«Nota do dia»in A Capital - Diário Republicano da Noite [1910 - 1938](1922-05-27 p.2)por Álvaro LimaEstêvão Amarante
- •in O Século(1927-03-12 p.2)por D. C.Estêvão Amarante
- •in O Século(1931-03-08 p.2)Estêvão Amarante
- •«Um inquérito da República - A que atribui a crise do Teatro? - Como debelar essa crise?: Registamos hoje os depoimentos de (...) Estêvão Amarante»in República(1951-04-25)Estêvão Amarante
- •in O Jornal (editora)por Vítor Pavão dos SantosEstêvão Amarante
Observações
No programa Miss Diabo podemos ler: «Actor de enormes recursos e popularidade, começou numa companhia infantil em 1900. Em 1913 foi o galã de A flor da rua de Arnaldo Leite e Carvalho Barbosa. Em 1918 forma Companhia com Luísa Satanela, sua companheira na vida privada e de muitos sucessos no palco»; na obra Os actores na toponímia de Lisboa podemos ler: «Ter-se-ia estreado em 1900, com doze anos, no Teatro Avenida, onde fez um miúdo em A viagem de Suzete. Há porém quem considere a sua verdadeira estreia a 2 de Abril de 1901, no Teatro Infante, na peça de Schwalbach, A História da Carochinha»; em 1906 vai para o Avenida substituir um colega na revista P'rá frente; forma companhia com Luísa Satanela que conhece em 1918 quando, integrado na Companhia Aura Abranches - Chaby Pinheiro, entra em O conde barão; em 1931 separa-se de Luísa Satanela; mais tarde casa-se com a actriz Maria Paula; na dissertação de Mestrado de Norberto Barroca pode ler-se: «depois de se estrear numa companhia infantil de opereta, apareceu em 1900, no Teatro Avenida, na opereta A viagem de Susette, ao lado de Cremilda de Oliveira»; trabalha também para cinema, participando por exemplo no filme Maria Papoila de Leitão de Barros, onde canta um fado, e no filme A minha noite de núpcias; no livro de Carlos Leal, intitulado No palco e na rua (...) (consultar o campo Fontes), podemos ler sobre o autor o seguinte: «O Ganga fez um êxito enorme na população: toda a Lisboa foi atrás das camadas populares que iam ao Éden ver a criação do Amarante, notável de observação e de detalhe. Este artista deixa uma galeria de papéis em revistas que o notabilisa por se preocupar sempre em exteriorizá-los com um tipo bem nacional. O rapazote do Toma lá cerejas, o Pom-pom e o Ganga são três rábulas que merecem três santiagos! (...)» [p. 59, 3º período]
Fontes
Programa Miss Diabo (TEP, 1998); JACQUES, Mário e HEITOR, Silva, Os actores na toponímia de Lisboa, Câmara de Lisboa, 2001; BARROCA, Norberto José Guerra, A opereta em Portugal da Ditadura Militar ao Estado Novo. Dissertação de Mestrado em História Contemporânea, apresentada à Faculdade de Letras da Universidade do Porto (2008), pp. 60, 82 e 86; LEAL, Carlos (1920) No palco e na rua - impressões do homem e do artista. Lisboa: Tipografia Costa Sanches.