Os inquilinos do Sr. Blondeau
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Os inquilinos do Sr. Blondeau de Leopoldo de Carvalho [tradução de Les locataires de M. Blondeau de Henri Chivot ]
Ficha do espetáculo
Cardoso - Blondeau
Ignacio - Bonperter
Telmo - Riflardian
Alexandre Ferreira - O marquez
Alves - Billardin
Sarmento - Dutitleul
António de Sousa - Martin
Salles - Tancredo
Guedes - Gustavo
Pereira - Pléchard
Jorge - Brisquet
Almeida - um pintor
Barbara Volckart - Madame Blondeau
Josepha d'Oliveira - Baroneza
Adélia Soller - Madame Bonperter
Palmyra Torres - Anna
Isabel Berardi - Bianca
Palmira Ferreira - Marietta
Emília Berardi - Florina
Leopoldo de Carvalho - ensaiador/es
Apresentações
(1)
| Data de Início | Data de Fim | Local |
|---|---|---|
|
24-03-1903 |
15-11-1903 |
Registos
(5)
- •«Lisboa no theatro - Gymnasio»in Diário Ilustrado(1902-03-25 p.2)Os inquilinos do Sr. Blondeau
- •«Representações - Gymnasio»in O Século(1902-03-25 p.2)Os inquilinos do Sr. Blondeau
- •«Theatros - Primeiras representações - Gymnasio»in Diário de Notícias(1902-03-25 p.2)Os inquilinos do Sr. Blondeau
- •«Theatros - Gymnasio»in O Mundo(1902-03-25 p.2)Os inquilinos do Sr. Blondeau
- •«Capítulo XXI»in Câmara Municipal de Lisboa - Pelouro da Cultura(1967-12-31 p.357)por José de Matos SequeiraOs inquilinos do Sr. Blondeau
Observações
a peça estreia no âmbito do benefício do ensaiador Leopoldo de Carvalho, sendo apresentada em reprise e com nova tradução; segundo a investigação de Paula Magalhães, de acordo com o jornal "O Século", a peça "Os inquilinos do sr. Blondeau" já não se representava há 16 anos (25/03/1902 pag.2), e de acordo com o "Diário de Notícias" não se representava há 14 anos (25/03/1902 pag.2), o jornal "O Mundo" refere que a peça faz as delícias do público frequentador daquela casa há 20 anos (25/03/1902 pag.2); Paula Magalhães refere ainda, que de acordo com Gustavo de Matos Sequeira, no terceiro volume de "O Carmo e a Trindade", a peça estreia em 1886 e que segundo o Diário de Notícias, apresenta-se em 1902 com uma nova distribuição das personagens
Fontes
Paula Magalhães utiliza registos de imprensa e a publicação "O Carmo e a Trindade", de José Matos Sequeira, como fontes na sua investigação