Companhia:
Texto:
Afabulação de Maria Jorge Figueiredo [tradução de Affabulazione de Pier Paolo Pasolini ]
Duração:
135
José Manuel Mendes - Sombra de Sófocles
Luís Miguel Cintra - Pai
Rita Loureiro - Mãe
António Pedro Cerdeira - Filho, Mendigo, Espírito do filho
Rita Durão - Rapariga
Glicínia Quartin - Nigromante
Luís Lucas - Padre, Comissário, Médico, Ferroviário
Luís Miguel Cintra - encenação
Jorge Esteves - director de montagem
Pedro Marques - montagem eléctrica, operação de luz/es
Cristina Reis - cenário/s, figurino/s
João Paulo Araújo - montagem
Daniel Worm d'Assumpção - desenho de luz/es
Abel Fernandes - montagem
Linda Gomes Teixeira - assistente/s para cenário, assistente/s para figurinos
Rui Pragana - contra-regra/s
Luís Miguel Santos - assistente/s para cenário, assistente/s para figurinos
Julieta Carvalho - costureira/s
Emília Lima - guarda-roupa
Maria Barradas - costureira/s
Pedro Gardete - colaboração
Piedade Duarte - costureira/s
Luís Lopes - colaboração
Teresa Cavaca - costureira/s
Alice Madeira - conservação do/de guarda-roupa
Cristina Reis - cartaz, colaboração na elaboração dos textos de apoio
Amália Barriga - colaboração na elaboração dos textos de apoio
Maria Jorge Figueiredo - colaboração na elaboração dos textos de apoio
Linda Gomes Teixeira - colaboração na elaboração dos textos de apoio
Luís Lima Barreto - colaboração na elaboração dos textos de apoio
Luís Miguel Cintra - colaboração na elaboração dos textos de apoio
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| Data de Início | Data de Fim | Local |
|---|---|---|
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04-11-1999 |
12-12-1999 |
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Ilustrações
Ficha Administrativa
Ficha Técnica
Ficha Artística
Currículos
relativamente à música, consta no programa a seguinte informação: "no fim do espectáculo ouve-se um recitativo da Penélope do "Il Ritorno d'Ulisse in Patria" de Claudio Monteverdi, interpretado por Norma Lerer na gravação dirigida por Nikolaus Harnoncourt com o Concentus Musicus Wien para a Teldec (Das Alte Werk)"; juntamente com o programa é fornecido o texto "Who is me - poeta delle ceneri" de Pier Paolo Pasolini, que se pensa ter sido escrito na sua maioria em Agosto de 1966 e parece constituir uma resposta em versos livres a uma entrevista real ou imaginária, numa tradução de Maria Jorge Figueiredo
Cristina Reis e Margarida Reis (coord.), Teatro da Cornucópia - Espectáculos de 1973 a 2001,ed. Teatro da Cornucópia: Lisboa/2002; imprensa (consultar o campo Registos; publicidade)