João Grosso - encenação
António Lagarto - cenários, figurinos
Jean-Luc Tingaud - direcção musical
João Paulo Santos - maestro titular
Pedro Martins - desenho de luz/es
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| Data de Início | Data de Fim | Local |
|---|---|---|
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28-04-2003 |
30-04-2003 |
Teatro Nacional de São Carlos / Theatro de S. Carlos/ Real Teatro de S. Carlos |
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trata-se de uma sinfonia dramática em três partes para solistas, coro e Orquestra; O texto de Émile Deschamps é inspirado na obra de William Shakespeare; a agência Lusa noticia no jornal "A Capital", de 18-09-2002, a programação apresentada pelo italiano Paolo Pinamonti, Director do Teatro São Carlos; à frente da direcção musical estava previsto o maestro italiano Gabriele Ferro, mas por motivos de doença é substituído por Jean-Luc Tingaud; em registo de imprensa podemos ler o seguinte: "(...) o único personagem que resta da peça é Frei Lourenço. Faz sentido colocar a orquestra no centro do drama que é o palco, e enquadrar o maestro com um par de harpas simétricas, mas tudo o resto é redundante. Inventar um anticoro mudo e pô-lo a passar as folhas dum livro desfolhado (agora transformadas nas tábuas dum caixão) ou afogá-lo no fosso da orquestra, invisível para metade da plateia, é uma anti-solução."
programa "Temporada Lírica e Sinfónica 2002-2003"; imprensa