Teatro Nacional de São Carlos / Theatro de S. Carlos/ Real Teatro de S. Carlos
Morada
Lisboa
Sub-espaços
Espetáculos apresentados
Registos
| Título | Publicação | Data |
|---|---|---|
| O milagre de S. Carlos | [desconhecido] | |
| Os erros de Augusto M. Seabra | Público - Cultura | 2000-01-14 |
| As omissões da direcção do São Carlos | Público - Cultura | 2000-01-14 |
| Teatro de São Carlos cancela três óperas | Público | 2012-01-06 |
| Assim vai o São Carlos | Público - Ípsilon | 2012-01-27 |
| IPAE descentralizador | JL - Jornal de Letras | 1998-02-11 |
| O S. Carlos em risco | Público - Artes & Ócios | 1998-02-20 |
| Governo extingue Fundação S. Carlos | Público - Cultura | 1998-02-06 |
| Teatro de S. Carlos - O drama ausente | JL - Jornal de Letras | 1999-02-24 |
| Teatro de S. Carlos | O Teatro | 1918-03-31 |
| Há tagarelice generalizada | Diário de Notícias | 1998-03-03 |
| No São Carlos tudo pode ser caricatura | Público - Ípsilon | 2011-04-15 |
| Greve volta ao S. Carlos | Público - Cultura | 1999-06-11 |
| Coro do S. Carlos faz greve | Público - Cultura | 1999-07-23 |
| Há uma dança de temporadas nos teatros nacionais | Público - Cultura | 2012-07-13 |
| O teatro de São Carlos faz 180 anos | Autores - revista da SPA | 1973-08-31 |
Observações
As obras de construção do Teatro Nacional de São Carlos tiveram início a 8 de Dezembro de 1792, por iniciativa e proteção do Intendente Geral da Polícia, Diogo Inácio de Pina Manique, cujos esforços de aceleração do processo burocrático que envolvia a fundação do novo espaço encurtaram substancialmente o tempo de construção do edifício. A sua estreia ocorreu a 30 de junho de 1793, com a ópera em dois atos, La ballerina amante, de Domenico Cimarosa, seguida de um bailado A felicidade lusitana, de Caetano Gioia. Incluído no programa esteve também um elogio cantado, composto por António Leal Moreira, no âmbito das celebrações da gravidez da princesa Carlota Joaquina, a quem foi dedicado o Teatro de S. Carlos, projetado pelo arquiteto José da Costa e Silva, em estilo neoclássico. O Teatro, cujo estatuto híbrido de teatro público e teatro Real o tornava único no panorama português, foi construído com o apoio financeiro de um poderoso grupo de comerciantes lisboetas, para receber grandes produções operáticas num espaço cuja magnificência era digna da Família Real
Fontes
BARROCA, Norbeto, José Guerra, A opereta em Portugal da Ditadura Militar ao Estado Novo. Dissertação de Mestrado em História Contemporânea, apresentada à Faculdade de Letras da Universidade do Porto (2008), p. 19; imprensa (consultar o campo Registos)