Carolina Nery - Passerini - Julieta
Isabella Fabbrica - Romeo
Giovanni Storti - Tebaldo
José Ramonda - Capellio
Nicola Davide Vincentini - Fra Lorenzo
et al. - Capuletos, Montequios, Soldados, Armigeros
Claudia Ferlotti - Giulietta
Santina Ferlotti - Romeo
Luigi Ferreti - Tebaldo
Augusta Gazzuoli-Boccabadati - Giulietta
Luigia Schieroni-Nulli - Romeo
Giovanna Rossi-Caccia - Giulietta
Ersília Agostini - Romeo
Joseph Swift - Tebaldo
António Maria Celestino - Lorenzo
G. Ardavani - Giulietta
Teresa Valli - Romeo
Hector Irfré - Tebaldo
Ottavio Bartolini - Capelio
Giuseppina Pasqua - Romeo, Romeo
Fanny Torresela - Giulietta
Carolina Garagnani - Giulietta
Giovanni Paroli - Tebaldo
Enrico Durini - Lorenzo
Giovanni Soldá - Capellio
Anneta Barone - Giulietta
Guerrina Fabbri - Romeo
Angelo Chinelli - Tebaldo
Isabella Fabbrica - meio soprano
Carolina Nery - Passerini - soprano/s
Giovanni Storti - soprano/s
José Ramonda - baixo/s
Nicola Davide Vincentini - baixo/s
Canongia - clarinete
Francesco Schira - maestro/s
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trata-se de um espectáculo lírico; em registo de imprensa (Nacional, 12-02-1835), podemos ler o seguinte: "a última scena que representa o jasigo da família Capelio estava muito nua, apenas dois túmulos se divisavam, sendo um deles o de Julieta; quando sendo tão antiga aquella família deveria naquelle logar ser muito maior o número delles, falta que pouca desculpa tem pois com apenas quatro folhas de papelão tudo seria remediado."; nas apresentações de 1838: o maestro de coro é José Rodrigues Palma e os maestros responsáveis são Pietro António Copolla, Angelo Frondoni e António Luiz Miró; nas apresentações de 1841 é apresentado o 1º acto, excepto a cena final; a apresentação de 28/07/1844 consiste na abertura, introdução e cavatina desta ópera por Enrico Tamberlink; na apresentação de 3/2/1895, o maestro é Vincenzo Pintorno
libreto; Mário Moreau, O TEATRO DE S.CARLOS - DOIS SÉCULOS DE HISTÓRIA, vol. II. Lisboa: Hugin Editores Lda., 1999 (Cf. temporadas 1835,38,42,52-53,55-56,82-83,88-89,94-95); Mário Vieira de Carvalho, PENSAR É MORRER OU O TEATRO DE S.CARLOS NA MUDANÇA DE SISTEMAS SOCIOCOMUNICATIVOS DESDE FINS DO SEC. XVIII AOS NOSSOS DIAS. Lisboa: Imprensa Nacional & Casa da Moeda,[1993],pp.338-375; imprensa (D.N. 2-2-1889, 6-2-1889); Francisco da Fonseca Benevides, O REAL THEATRO DE S.CARLOS DE LISBOA. Lisboa: Ricardo de Souza & Salles, 1902