Ficha do espetáculo
Jim Hooper - Duque
Paul Brennen - Ângelo
Roger Watkins - Escalo, Abhorsom
Oscar Pearce - Cláudio
Danny Sapani - Lúcio
Stephen Ventura - Preboste
Harry Gostelow - Elbow
Peter Moreton - Froth
Tony Cownie - Pompeu
Lisé Stevenson - Isabel
Jayne McKenna - Julieta, Mariana
Helen Blach - Senhora Overdone
Stéphane Braunshchweig - encenação, cenografia
Jane-Elliot-Webb - direcção de cena
Jessica Williams - assistente do director de cena
Jacqueline Leather - contra-regra/s
Thibault Vancraenenbroeck - figurinos
Gualtiero Dazzi - música
Stuart Lambert - técnico/s de palco
Marion Hewlett - desenho de luz/es
Thomas Wright - director técnico
Tracey Brierley - assistente/s de guarda-roupa
Nigel Gearing - colaboração literária
David Toneri - supervisor de luz/es
Jonathan Cocker - assistente/s de encenação
Alexandre de Dardel - assistente/s de cenografia
Apresentações
(1)
| Data de Início | Data de Fim | Local |
|---|---|---|
|
03-12-1997 |
04-12-1997 |
Teatro Municipal do Porto - Rivoli (Grande Auditório) |
Registos
(7)
- •«Teatro no Natal»in Expresso(1997-11-29 p.16)por Cristina PeresMeasure for measure
- •«Olho por olho dente por dente»in Diário de Notícias - Artes & Multimédia(1997-12-03 p.40)por Catarina CarvalhoMeasure for measure
- •«Justiça sem legendas»in Público - Cultura(1997-12-05 p.34)por Manuel João GomesMeasure for measure
- •«A lei desejo»in O Comércio do Porto(1997-12-05 p.35)por Fátima Dias IkenMeasure for measure
- •«A dura queda de um anjo»in Diário de Notícias(1997-12-05 p.41)por Marcos CruzMeasure for measure
- •«Três horas de Shakespeare sem legendas»in O Primeiro de Janeiro(1997-12-05)por Sofia MenesesMeasure for measure
- •«Anjos, máquinas e jazz»in Expresso(1997-12-12 p.17)por Eugénia VasquesMeasure for measure
Observações
trata-se do espectáculo de abertura da 1ª edição do PO.N.T.I e o espectáculo que inaugura o remodelado Teatro Municipal Rivoli; o encenador, francês, dirige um grupo de actores ingleses, pelo que o espectáculo é apresentado na língua inglesa, não tendo sido legendado; o espectáculo foi inicialmente estreado no Festival de Edimburgo; as personagens são divididas em dois naipes - as que administram o poder apresentam-se em palco com fatos pretos de escritório e a "arraia miúda" com fatos isabelinos - o chefe da polícia veste uma farda de polícia actual; no artigo de Manuel João Gomes (Público, 5-12-1997), podemos ler o seguinte:"(...) o grande atractivo é, afinal, o cenário (...). É um cilindro descomunal, vermelho e negro, que, em estado de repouso ocupa todo o palco; posto em movimento, abre o bojo e desvenda um interior mobilado por escadarias, recantos, portas, plataformas (...)"; ainda segundo M.J.Gomes, a sonoplastia é "metalóide e apocalíptica"
Fontes
imprensa (consultar o campo Registos); Po.N.T.I. - anúncio na imprensa; programa Po.N.T.I 1997