Adelina Abranches - Aurélia
Aura Abranches - Maria Clara
Alexandre de Azevedo - Anjo
Celeste Leitão - Eduarda
Henrique Alves - Matinha
Alves da Silva - Sr. Caldeira
Eduardo de Matos - Batista
J. Sampaio - Pópó, Contra-regra
José Soares - Bernardo, Fatia
António Sacramento - João
João dos Santos - Teodoro, Lacerda
António de Melo - Meneses
Pereira das Neves - Criado, Almeida
Lídia de Almeida - Maria Adelaide
Rosina Rego - Madame Gomes, Bébé
Fernanda de Sousa - Estela
Rosa Cadete - Vitorina, Cândida
Antónia de Sousa - Joaquina, Benvinda
Albertina Pereira - Emília, Criada
Olga de Barros - Uma garotinha
António Sacramento - direcção cénica
Aura Abranches - encenação
Luís Salvador - cenários
José Mergulhão - cenários
Emauz Gonçalves - adereços
Jaime Valverde - guarda-roupa
Nicolino Milano - canções musicadas por
Henriques - maquinaria
Campos - encadrements (dos cenários)
Oliveira - encadrements (dos cenários)
Silva Lobo - montagem eléctrica
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| Data de Início | Data de Fim | Local |
|---|---|---|
|
05-02-1924 |
11-02-1924 |
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o dia 5 de fevereiro de 1924 é também a re-inauguração do Teatro da Trindade, que está fechado durante quatro anos; o custo de produção, segundo o Diário de Lisboa (2-2-1924), é de 25.000$00
trabalho para a disciplina de Documentação II de Onivaldo Dutra de Oliveira, aluno do curso de Mestrado em Estudos de Teatro (2002/2003); trabalho do aluno Pedro Ricardo Simões Dias, no âmbito da Cadeira de Documentação do Curso de Estudos de Teatro da Faculdade de Letras de Lisboa (2002/04) (imprensa, À LAREIRA DO PASSADO de Eduardo Schwalbach, Lisboa/1944); caderno de críticas de Adolfo Lima (1891-1925) [espólio Glicínia Quartin]