Nacionalidade:
portuguesa
Data de nascimento:
29-07-1880
Data de morte:
07-04-1946
Local de nascimento:
Estremoz
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| Título | Função | Data | Como (Outros nomes) |
|---|---|---|---|
| O lodo | Encenação, Produção | 18-07-1925 | Alfredo Cortez |
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(como Alfredo Cortez)
(como Alfredo Cortez)
(como Alfredo Cortez)
(como Alfredo Cortez)
À la fé !... (Lenda da Lealdade)
(como Alfredo Cortez)
(como Alfredo Cortez)
(como Alfredo Cortez)
(como Alfredo Cortez)
(como Alfredo Cortez)
(como Alfredo Cortez)
(como Alfredo Cortez)
(como Alfredo Cortez)
(como Alfredo Cortez)
(como Alfredo Cortez)
(como Carlos Santiago)
Alfredo Cortez foi um dos dramaturgos com maior projeção no período que decorre entre as duas grandes guerras mundiais. Tendo iniciado a sua carreira com um espetáculo de revista em 1918, veio posteriormente a aderir ao naturalismo, com as peças Zilda (1921) e O lodo (1923), e a experimentar o expressionismo e o drama histórico, abordando também os costumes populares portugueses em obras como Tá-mar (1936) e Saias (1938); Fixa-se em Lisboa, depois de uma breve estadia em África como Juiz de Investigação Criminal formado em Direito pela Universidade de Coimbra; a sua primeira peça "Zilda" é representada a 05-03-1921 por Amélia Rey Colaço no Teatro Nacional
A.C.R. (Andrée Crabbé Rocha), "Cortês, Alfredo" in Dicionário de Literatura, Dir. Jacinto do Prado Coelho, 1ª vol., 4ª ed. Porto: Figueirinhas, 1992, p.223; Programa do espectáculo O LODO (TNDMII, 1979); CRUZ, Duarte Ivo, Introdução ao teatro português do século XX. Lisboa: Espiral, 1965