31-12-1995
Fundadores:
(2008)
Festival Internacional de Teatro de Almada
(Edição: 21)
entre 2000 e 2002 os Artistas Unidos estão instalados no antigo edifício do jornal A Capital ; após o seu encerramento, passam duas temporadas (de Agosto de 2003 a Agosto de 2005) no Teatro Taborda; no «Historial dos Artistas Unidos» publicado na brochura «Artistas Unidos 1995 - 2006» pode ler-se: «Os Artistas Unidos formaram-se a partir do grupo que estreou, em 1995, António, um Rapaz de Lisboa de Jorge Silva Melo. Foi com espectáculos de elenco numeroso, peças sobre o aqui e agora, ou outras do passado explicitamente políticas, que se fizeram os primeiros tempos da companhia: O Fim ou Tende Misericórdia de Nós, Prometeu (de JSM), A Queda do Egoísta Johann Fatzer de Brecht, Coriolano de Shakespeare. Nos dois anos e meio de trabalho intenso no Espaço A Capital/Teatro Paulo Claro, a aposta foi na dramaturgia contemporânea: Sarah Kane, Gregory Motton, Jon Fosse, David Harrower, Mark O'Rowe, Xavier Durringer, Spiro Scimone; Jorge Silva Melo, José Maria Vieira Mendes, Rui Guilherme Lopes e Francisco Luís Parreira entre os portugueses. Escolheram-se clássicos: Melville, Kleist, Kafka, Beckett, Pinter. Foram trinta estreias, vários acolhimentos e co-produções, seminários, leituras encenadas. Com o fecho d'A Capital, depois de apresentarem Baal de Brecht, os Artistas Unidos mudaram-se para o Teatro Taborda, onde estiveram até Junho de 2005. Ali revelaram autores como os Irmãos Presniakov, Anthony Neilson, Davide Enia, Jean-Luc Lagarce; insistiram em Pinter, Scimone, Judith Herzberg, Jon Fosse, José Maria Vieira Mendes; e recuperaram Joe Orton e Jacques Prévert. Além dos espectáculos e da produção de documentários e curtas-metragens, os Artistas Unidos organizaram exposições de Sofia Areal, Álvaro Lapa, Pedro Proença, Xana, Pedro Chorão, Miguel Ribeiro, Michael Biberstein, Ana Isabel Miranda Rodrigues, Sérgio Pombo, Barbara Lessing, Ana Vieira. Em 2005/2006, depois de terem renunciado à utilização do Teatro Taborda, os Artistas Unidos, neste momento sem instalações próprias, apresentaram espectáculos no CCB, no Teatro Nacional D. Maria II, na Culturgest, Teatro da Comuna, Convento das Mónicas e em digressão pelo país»; o abaixo-assinado de apoio aos Artistas-Unidos e ao projecto A Capital, enviado por e-mail de Graça Corrêa a 02-09-2002, informa: «Segundo a notificação entregue pela polícia no dia 29 de Agosto, a razão da decisão [encerramento do edifício A Capital] prende-se com a falta de condições de segurança do espaço, quer para apresentação de espectáculos, quer para ensaios e funcionamento dos escritórios - não só dos AU mas também de grupos, produtoras e empresas como a RE.AL (João Fiadeiro), A.P.A. (Manuel Wiborg), EIRA (Francisco Camacho), Solveig Nordlund, ILUSOM (Pedro Domingos), CIRCO DA LUA (André Gago) e NO JOELHO (Ana Meireles)»; publicidade insólita com respeito ao colectivo: Público (17-07-1998, p. 7); a partir de Outubro de 2011 a companhia tem residência fixa no Teatro da Politécnica (Faculdade de Ciências, Lisboa)
programa do espetáculo Conferência de imprensa e outras aldrabices (TNDMII, 2005); brochura «Artistas Unidos 1995 - 2006»; imprensa (consultar o campo Registos)